quarta-feira, 16 de março de 2011

PERFIL DEPRESSÃO

Vocês já se depararam com aqueles perfis de TWITTER que exprimem a mais pura e intrigante forma de manipulação sentimental depreciativa???  Pois é... Vasculhando a net, encontrei um artigo super bacana que fala justamente sobre isso... Este site caiu como uma luva, ontem eu e @dehhhmoraes estavamos justamente discutindo isso... A falta de sensibilidade emotiva e coesão na rede... Hoje parece que a net virou um bode espirratório para tudo o que não presta - "Aim que mundo estranho... Mãe eu não sou daqui!" - ou até mesmo aquele velho chavão - "ninguém me dá atenção, acho que vou excluir meu perfil" - POXA VIDA... ALGUÉM TEM CORAGEM DE SEGUIR UMA PESSOAS ASSIM???

Vejam o que diz a matéria que acabo de ler...
CRÉDITOS NO FINAL DO POST.


Não seja um perfil depressão no Twitter

Virou tendência (?): todos querem um perfil depressão no Twitter, fazer sucesso e ter mais de 10 mil seguidores. Tem desde o cão (@caodadepressao), que é um dos mais famosos, até para os que trabalham com Social Media (@socialdepressao). De forma geral, eles relatam fatos bizarros e irônicos que acontecem no dia a dia das pessoas, ao melhor estilo “vida de merda”. Se você não segue nenhum, sugiro que dê uma procurada e leia, risadas são garantidas!
O problema não são estes perfis, o problema são pessoas que fazem da sua timeline o diário da depressão. Você pode não perceber ou às vezes esquecer, mas o Twitter é muito mais do que um espaço para responder a pergunta “o que está acontecendo?”. E, apesar de ser nomeado como um microblog, você não deve levar isso ao pé da letra. Blog é um canal para você escrever textos longos ou curtos, sobre o assunto que quiser. As pessoas vão acessar e ler quando tem vontade. No Twitter você tem o limite de caracteres, e se começar a escrever demais vai lotar a timeline alheia e literalmente “encher o saco”.

O Twitter é meu, eu faço o que quero. Concordo. Mas não custa nada tentar ser um pouco mais agradável e sociável aos seus followers, certo? Afinal, quando você chega em um grupo de pessoas numa mesa de bar vai querer ser aceito e não criticado ou ignorado, não é?

Então vamos a alguns pontos que vejo no meu cotidiano:

- Não use apenas para reclamar: tem mais depressão que isso? A pessoa reclama que é quente demais, dias depois que chove demais e mais um pouco que é frio demais. Reclama que tem aula demais, que o professor é chato demais, que o chefe é insuportável, que tá cansado de fazer nada. Sem falar quando começa a criticar sobre produtos e marcas.

- Não fale TUDO o que você faz: vou dormir, acordei, vou almoçar, vou caminhar, estou na aula, vou ver filme. Não tem problema algum falar vez ou outra, o princípio do Twitter era este, mas não precisa detalhar, não precisa ser sempre.

- Não escreva seu próximo livro no Twitter: exagero? Bem, pode ser, mas quando vejo uns 20 tweets seguidos de uma pessoa (sim, isso existe) penso que ela só pode estar planejando escrever um livro. Então, procure dar um tempo entre um tweet e outro.

- Não finja que você é uma celebridade (a menos que você seja uma): algumas pessoas se sentem no país das maravilhas de Alice, ignoram mentions e ficam falando frases ao vento. Não sei se o propósito é de que ninguém fale ou comente com ele, mas vai chegar uma hora que isso vai acontecer.

- Twitter não é MSN: você quer falar com alguém? Chame no Twitter, mas não dialogue com ela por este canal.

<<< Escrito por Fernanda Fabian | 14-03-2011 | Mídias e Redes Sociais >>>

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