A pouco estava "zapeando" alguns videos no YouTube e, como de costume, dei uma olhada em alguns títulos sobre Redes Sociais, onde encontrei um documentário feito pela Discovery Channel sobre o tópico.
Analisando os dados apresentados, de forma reflexiva e fria, pus-me a pensar justamente sobre os aspectos administrativos destas ferramentas - será ambição de seus criadores em criarem uma plataforma competitiva com o mercado, colecionando números e adeptos, ou será um crescimento sustentável de serviços já oferecidos? Porém o fator interrogativo da oração é: nós queremos inovação sustentável ou modismo comunicativo?
Novas plataformas servem para filtrar - por determinado tempo - "usuário modistas", (aqueles que usurpam da rede seu real significado frente sua aplicabilidade), criando assim o paradoxo entre complementação e fomento intelectual, porém com o datar do tempo volta-se a ter o mesmo papel medíocre que de redes desatualizadas; e isto não é fictício! Quer um exemplo?
ORKUT: rede social obsoleta - poucos adeptos, onde a maioria migrou para o atual Facebook - criado em 2004 por Orkut Büyükkökten, engenheiro turco do Google. Em seu início de atividade ser um usuário da rede era motivo de orgulho e status, fatores que contribuíram para sua alavancagem ao topo do mercado nacional e internacional no quesito Redes Sociais, porém em seus dias finais a rede era dominada por spans e fakes que poluíam o relacionamento e atritavam com a ideologia de compartilhamento de idéias e conhecimento.
E agora? O que será com o atual Facebook? Surgirá uma inovação tecnológica interna como previsto pelo seu criador? Cairá no esquecimento e desuso? Será derrotada por um concorrente, ainda, fantasmagórico? Será ultrapassada por redes emergentes? Qual será o futuro da comunicação em rede? Vamos sentar, esperar e nos comunicar... Quem souber primeiro, compartilha!
Durante os estudos da pós-graduação, muito falou-se e
fala-se em interação midiática, bem como gerenciamento midiático e isto aos
ouvidos de estranhos, passa-se por despercebido, chegando a ser considerado um “curso
para viciados” (já ouvi essa definição), ou uma especialização para “nerd”
(também já ouvi esta), porém o que mais me deixa extasiado, dia após dia é a
aplicabilidade dos conteúdos no meio empresarial de forma ativa frente a
alavancagem mercadológica.
Neste final de semana realizamos algumas práticas de mídia,
usando as formas diversas de comunicação, transmitindo mensagem e conteúdo e,
sobre tudo, gerando interação. Assim, realizou-se a aplicabilidade de assuntos
que, (por mim), jamais teria aplicabilidade alguma – pensamento de qualquer acadêmico
– mas a semiótica, por exemplo, foi uma das matérias que mais vieram em minha
mente deixando-me o seguinte paradigma: quanto eu poderia ter absorvido se o
pensamento aristocrático da soberba não subisse em minha cabeça quando
acadêmico? Resultado: estudando a aplicabilidade da mídia frente a alavancagem
promocional de produtos/serviços, e relendo alguns artigos distribuídos por
professores e alguns colecionados por mim, achei este relato, que achei interessantíssimo
compartilhar, ele trata da INTERATIVIDADE EM MÍDIAS CONVENCIONAIS – (um estudo de caso do campeão de interação –
MAC DONALD´S) - leia, valerá a pena!
Na Suécia, os responsáveis pelo marketing do Mc Donald’s
fizeram uma campanha com outdoor muito interessante. Queriam que os clientes
fossem até um dos restaurantes por um motivo a mais, ou um motivo que fosse
mais do que legal! O conceito era simples – na qual o cliente podia controlar
um outdoor interativo e participar de um jogo. Ao completar o desafio em 30
segundos, ganhava cupons para trocar por sanduíches ou outras guloseimas.
Quem quisesse “brincar” não precisava baixar um aplicativo
específico (o que normalmente é uma barreira para alguns participantes),
bastava entrar no site e o celular reconhecia sua geolocalização.
Essa campanha de marketing além de expor a marca, interagiu
com os usuários e fez com que fossem até um Mc Donald’s. Um ótimo exemplo de
campanhas que combinam mobile + online + offline.
E assim, embalsamados pela interatividade mergulhamos na
disciplina, a princípio foi a criação de uma paródia, onde conseguíssemos chamar
a atenção do expectador, atraí-lo para a interação e torná-lo parte criativa.
Meu grupo desenvolveu um trabalho fantástico, criando uma linha real life onde o receptor possa criar ou
opinar sobre o desfecho da história. Nosso projeto ficou intitulado como
Eduardo & Mônica e possui como base de estudos o convívio em “rede” e a
interação entre duas pessoas; mas também mostra um pouco deste universo livre,
onde cada perfil não corresponde exatamente com a imagem de seu proprietário – fake´s – levando, assim, uma das partes
a se frustrarem – ou não – com a descoberta de seu “novo” sorriso amigo, (mas
enfim, isto é tema para outro post).
E com este polêmico tema, “CONVÍVIO EM REDE” desenvolveu-se uma história,
porém, o final dela é você quem decide. Sua opinião pode ser dada na Fan Page do projeto, que serão
analisados os melhores “pitacos” e criado um desfecho para toda esta trama que
está movimentando a sociedade acadêmica!
E este é o verdadeiro objetivo da INTERATIVIDADE, seja ela
através de mídias convencionais ou não,
é atrair, fidelizar e maximizar a cartela de cliente de uma marca, produto ou
serviço.
Assim a interação,
pode alavancar seu posicionamento mercadológico de uma forma surpreendente,
criativa e inovadora, fazendo com que haja uma busca contínua de conteúdos
abstrativos que intensifiquem o psique do
cliente em prol da fidelização.