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segunda-feira, 21 de julho de 2014

A PLURALIDADE DO EU

A busca pela identidade exacerbada e coesa sofre mutações significativas em nosso dia a dia resultando em micro revoluções existenciais; fronte à subjetividade da futilidade necessária e sadia.

Os grandes avanços sociais, quanto pluralidade, movem a motivação coletiva em prol de melhorias tecnológicas a serviço do bem estar individual de sujeitos inseridos em um círculo acíclico com ápices motivacionais tangíveis ou não. Esta singularidade emergida no contexto da pluralidade é um tanto quanto contraditório e desconexo. Sim. A busca pela sensação de indivíduo interativo dentro de nodos correlativos e de intersecções mundanas nos faz compreender o quão eloqüente se torna esta “corrida pelo ouro”.


Há quem diga que os avanços tecnológicos nos firmam como Deuses de um mundo constantemente mutável, porém estes avanços surgem através da singularidade de necessidades e não do coletivo substancial. Assim, nós como sujeitos isolados em um universo com pleno desenvolvimento não desenvolvemos como ações plurais, mas sim frente a uma simetria perfeita do ter e fazer. Profissionais do Marketing que me perdoem, mas o egocentrismo exacerbado e disléxico se faz através de seus próprios desejos de consumo resultando em futilidades coletivas e relativas. Então, de frente a isso, a criatividade nada mais é do que uma projeção, física e material, de sonhos ou necessidades subjetivas do sujeito e não do coletivo. De antemão contraditória ao vínculo da coletividade.


Estranho falar da pluralidade existencial quanto sujeitos, pois a busca da afirmação contradiz a interface formal da informação. Refletiremos: para ser sujeito coletivo de um sistema ininterrupto e perfeito, buscar-se-á a afirmação do “eu” frente ao “nós”, assim mesmo, sem nexo e contexto. Sejamos nus e crus, sem enfeites e confetes, sejamos racionais e substanciais ao extremo ao analisar o todo de frente à orbita, de frente ao micro, de complemento singular, assim, começa-se a compreender o contexto da pluralidade singular. What The Fuck? Yes!


A subjetividade da pluralidade singular é verdadeira e formal. O sujeito quanto mecanismo de engrenagens conecta-se a sujeitos engenhosos e complementares às suas juntas e vincos ocupando lacunas e complementando o sistema; assim, gerindo e regendo o “nós”, tendo o ponto de partida, sempre e inevitavelmente no “eu”.


Assim, este título torna-se redundante? Não! Jamais será. Caberá a compreensão do complemento, do formal/informal, a sapiência da coletividade quanto agente transformadora individual, solta e isolada das demandas sociais coerentes e relativas. Assim, somente assim, saberemos e poderemos almejar compreensões pessoais a níveis elevados, porém, com o princípio da existência; o “eu”. Contraditório e ambíguo. Assim como o Branco e Preto, Arroz e Feijão, ou para os nerd’s o “Yin e Yang”... 


Compreenderemos o desconhecido através da superação individual. Eis o princípio de tudo e de toda revolução existente em nossa vasta busca pelo novo. 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

E AGORA? SOU CRIATIVO?


Com toda a certeza que há neste mundo, você já parou e pensou: “porque não pensei nisto antes?” ou até mesmo, àquele velho chavão literal: “como não pensei nisso antes?”. Você não conseguiu distinguir a diferença? Simples e descomplicada.

O fazer e o querer fazer são dois aspectos distintos, porém diretamente ligados ao fator psicomotor. A propulsão necessária para partir do projeto ou mentalidade de um “fazer” é concebida por agentes terciários, fatores que contemplem ou completem seu pensar, formando assim uma ideologia complexa de uma partícula simples – A IDEIA. Pensar igual entre agentes comuns é uma saída cabível através de uma rede de relacionamentos onde as afinidades se completam e tornam-se partes do montante final.


Então estar em rede faz com que a inércia torne-se em propulsão e esta em produto?

Sim. A ideia a partir de um prisma individual surge apenas como uma imagem caleidoscópica  projetando outras idéias – ou projeções passíveis ao sucesso (ou ao fracasso) – porém, quando somada a outros fatores filosofais, pode-se formar um composto criativo tornando-se assim em realidade. As redes de conhecimento são importantes ferramentas que compõe esta gama de discussões e alusões, somando valores, agregando diferenciais e compreendendo o amadurecimento de um vértice ainda não esboçado e delineado. Porém, este convívio em rede tende a manipular conhecimentos tornando seu produto em apenas um composto criativo coletivo, deixando a originalidade e compactuando com a necessidade de demanda.


E qual a diferença entre demanda e público alvo?
Simples. A diferença está na concepção “in-victro” do fazer   criativo. A necessidade de ofertar um produto/serviço inovador, com novas tecnologias e revolucionário no segmento, desperta na sociedade de consumo necessidades e sensações ainda não vividas, contribuindo assim para a formação de uma target inexistente ou seja, elaborou-se um produto inexistente para um grupo de pessoas (público alvo) desconhecidas pela organização ou prestadora. Então, contudo o público alvo passa a ser o oposto da demanda, tornando-o este, em um público já estimado que venha a sentir a necessidade deste produto ou serviço a ser lançado. Assim, a inovação na segmentação deste "know how" tende a formar uma sociedade consumista inovadora, segmentada, fidelizada e comprometida com a evolução de sua construção criativa.

Então, viver em rede é um fator positivo à criatividade?
Sim, poderia também iniciar esta resposta com o óbvio. O aprendizado é feito através de redes de relacionamento, seja ela virtual ou não, então o desenvolver criativo e o start criativo dão-se com a somatória destes impulsos complexos da cotidianidade em que vivemos. Sendo assim, muitos dos impulsos que tomamos tendem a não ser “originais”, porém, resultantes de um pensar coletivo, fazendo com que você solte àquele grunhido abafado: “como não pensei nisso antes?” ou até mesmo, para os menos providos de iniciativa: “porque não pensei nisso antes?”

Simples não é? O fator criativo está diretamente relacionado ao nosso poder de analisar, criticar, renovar e reinventar e inventando produtos e processos, tornando algo inexiste em algo essencial para nossa sobrevivência.



segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

E O MARKETING, VAI BEM?


Houve um tempo remoto de minha existência intelectual, que, absurdamente, confirmava com àquele velho anexim que diz: “o marketing é grande demais para caber em uma sala” porém, nunca consegui entender, defendia este paradigma e filosofava em prol do uso acerbado de agências terceirizadas. Hoje, com um intelecto evoluído e com uma experiência mais refinada – ainda idolatro Kotler e bestifico-me com Drucker – porém, consigo definir meus ideais e minhas teorias que por priora é: “o marketing é fundamental demais para ficar em uma agência” e ainda justifico.



A questão é a cotidianidade de fatos e fatores. Há fortes indícios de que a percepção terceirizada compreende como alavancagem baseada em números estatísticos e gráficos cheios de ápices a partir de um portal eletrônico que pode ou não oferecer o e-comerce, porém o que valida um produto/serviço não é somente seu Counter Views,mas também seu grau de aceitação no mercado e toda uma análise contida em cima de dados financeiros – além, claro de um análise detalhada de seu ciclo vital. Então como podemos terceirizar um FATOR VITAE para a organização? Apresentação de relatórios semanais? Conferências diárias? Ou até mesmo, acompanhamento diário?

Não. A alavancagem mercadológica baseada em um composto de marketing estruturado, faz com que haja este crescimento substancial frente ao segmento, divergindo assim de dados analisados e compreendidos – muitas vezes erroneamente – pela prestadora de serviços. Então como segmentar este campo?
A instalação ou até mesmo a estruturação de um Departamento de Marketing – ou seja, lá qual for o nome dado a tal divisão – é de extrema importância e saliento algumas características básicas que asseguram um bom compreendimento de feeling.

Vamos iniciar nossa criticidade a partir de uma análise física. Como anda seu Endo? Mal? Asseguro – com a ajuda de alguns teóricos, mais velhos e experientes que eu – que o principal fator promocional de sua marca é a sua própria marca, ou seja, os que auxiliam a projeção mercadológica da mesma frente ao mercado; seu fator humano é sua arma de projeção. Não entendeu? Simples. Sua equipe de apoio – também chamado por muitos de “colaboradores” – são sua principal ferramenta de difusão de branding. Ou seja, o Endomarketing. E como trabalhar ele?

Não. Não basta termos apenas uma equipe uniformizada, alinhada e repetidora institucional, tem-se que ter em funcionamento alguns elementos “publicitários” aplicados em prol do resultado final. 
A comunicação interna é uma das secretarias – muitas vezes incumbidas ao responsável de marketing – que deverão estar em pleno fervor, com isso, identificar setores, salas, corredores, locais, metas, missão, visão, valores, informativos e todo um composto que garanta a legitimidade territorial da empresa, criando assim – aos usuários súbitos  uma fácil localização, bem como uma compreensão do layout funcional/organizacional. Além de se criar, apenas, estas ações, pode-se também usar um pouco da criatividade e trabalhar todo o composto midiático, proporcionando assim um ambiente descontraído e funcional, que gere no colaborador uma acepção maior de sua funcionabilidade  dento do contexto.

Com o endomarketing estruturado podemos começar a pensar a exercer algumas ações de marketing, como análise de aceitação de produtos frente ao mercado atendido – que é o grande fantasma das organizações. Com base na comercialização de um bem/produto baseado nos índices de consumo sobre uma target podemos definir a aceitação do mesmo frente ao consumidor final – afinal de contas, quem trabalha com o consumidor final? Nosso intermediário, então a comunicação permanente frente a questionamentos e analise dos mesmos pode nos ajudar, não é mesmo? Assim, com base nos dados coletados, seja através de planilhas ou questionamentos direcionados, chegamos a uma aceitação de produto frente ao mercado consumidor. E o que fazer com a queda de aceitação? O que fazer com os picos de crise? Como alavancar um produto frente aos concorrentes? Como diferenciá-lo? Como...? Simples. Análise. Compreensão. Corte de gastos. Diferenciação de embalagem. Inserção de mídia. Composto diferenciado. Mudança de conta. Entre tantas outras medidas breves – muitas vezes sem custos exagerados – que geram resultados interessantes e até mesmo a alavancagem frente ao nosso, tão, temido concorrente.

Aí me pergunto. Como assegurar um crescimento sustentável, terceirizando esse serviço à agências que, muitas vezes – mas muitas mesmo – chegam a confundir o MARKETING com PUBLICIDADE? Falava-se, acima, de ferramentas publicitárias, porém esta é apenas um dos serviços relacionados à promoção do produto e, quanto ao seu composto? Uma análise de praça? Um corte substancial na logística, ou remanejamento de logística? Corte nos custos de produção? A agência terceirizada irá compreender estes dados e solucioná-lo?

Não critico, tão pouco crucifico, empresas que deixam seu marketing a ver navios – afinal de contas, nada melhor que o empresário para saber em quem confiar – mas o vento pode mudar e com esta mudança surge aquele questionamento básico – suas velas estão prontas para uma mudança brusca de direção? 

Então. Concordam comigo, que o marketing é importante demais para deixá-lo fora da empresa?