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segunda-feira, 21 de julho de 2014

A PLURALIDADE DO EU

A busca pela identidade exacerbada e coesa sofre mutações significativas em nosso dia a dia resultando em micro revoluções existenciais; fronte à subjetividade da futilidade necessária e sadia.

Os grandes avanços sociais, quanto pluralidade, movem a motivação coletiva em prol de melhorias tecnológicas a serviço do bem estar individual de sujeitos inseridos em um círculo acíclico com ápices motivacionais tangíveis ou não. Esta singularidade emergida no contexto da pluralidade é um tanto quanto contraditório e desconexo. Sim. A busca pela sensação de indivíduo interativo dentro de nodos correlativos e de intersecções mundanas nos faz compreender o quão eloqüente se torna esta “corrida pelo ouro”.


Há quem diga que os avanços tecnológicos nos firmam como Deuses de um mundo constantemente mutável, porém estes avanços surgem através da singularidade de necessidades e não do coletivo substancial. Assim, nós como sujeitos isolados em um universo com pleno desenvolvimento não desenvolvemos como ações plurais, mas sim frente a uma simetria perfeita do ter e fazer. Profissionais do Marketing que me perdoem, mas o egocentrismo exacerbado e disléxico se faz através de seus próprios desejos de consumo resultando em futilidades coletivas e relativas. Então, de frente a isso, a criatividade nada mais é do que uma projeção, física e material, de sonhos ou necessidades subjetivas do sujeito e não do coletivo. De antemão contraditória ao vínculo da coletividade.


Estranho falar da pluralidade existencial quanto sujeitos, pois a busca da afirmação contradiz a interface formal da informação. Refletiremos: para ser sujeito coletivo de um sistema ininterrupto e perfeito, buscar-se-á a afirmação do “eu” frente ao “nós”, assim mesmo, sem nexo e contexto. Sejamos nus e crus, sem enfeites e confetes, sejamos racionais e substanciais ao extremo ao analisar o todo de frente à orbita, de frente ao micro, de complemento singular, assim, começa-se a compreender o contexto da pluralidade singular. What The Fuck? Yes!


A subjetividade da pluralidade singular é verdadeira e formal. O sujeito quanto mecanismo de engrenagens conecta-se a sujeitos engenhosos e complementares às suas juntas e vincos ocupando lacunas e complementando o sistema; assim, gerindo e regendo o “nós”, tendo o ponto de partida, sempre e inevitavelmente no “eu”.


Assim, este título torna-se redundante? Não! Jamais será. Caberá a compreensão do complemento, do formal/informal, a sapiência da coletividade quanto agente transformadora individual, solta e isolada das demandas sociais coerentes e relativas. Assim, somente assim, saberemos e poderemos almejar compreensões pessoais a níveis elevados, porém, com o princípio da existência; o “eu”. Contraditório e ambíguo. Assim como o Branco e Preto, Arroz e Feijão, ou para os nerd’s o “Yin e Yang”... 


Compreenderemos o desconhecido através da superação individual. Eis o princípio de tudo e de toda revolução existente em nossa vasta busca pelo novo. 

domingo, 8 de setembro de 2013

Marketing Digital 2013


Nos últimos anos, foi possível perceber que o marketing digital evoluiu a um ritmo bastante acelerado. Com a movimentação das empresas para a internet – e aí falamos tanto de grande quanto de pequenas, que passaram a prestar mais atenção no comportamento dos consumidores online, o marketing digital deixou de ser apenas uma ferramenta complementar de comunicação e passou a ser o foco de diversas ações.

Como o custo de investimento do marketing digital é mais acessível, o resultado e o retorno são mensuráveis. Dados de uma pesquisa realizada pelo TNS Research International apontam que 90% das empresas no país já realizaram algum tipo de ação na internet. Isso aponta que a incorporação da internet à comunicação é um caminho sem volta.

Contudo, esse conceito está em constante transformação, considerando o marketing digital como um conjunto de formas de se comunicar com o público alvo utilizando canais digitais. De acordo com uma pesquisa realizada pela Adobe e Econsultancy, os principais objetivos do marketing digital para 2013 são: criar conteúdo criativo e consistente em múltiplas plataformas, integrar informações online e offline, além de medir com mais precisão e otimizar adequadamente seu conteúdo. Em outras palavras, ele deve ser mensurável, personalizado e acima de tudo, rentável.

A tendência da personalização de conteúdo é uma das mais marcantes desse ano e para a maioria é uma forma de estreitar o relacionamento com o consumidor. Atualmente o consumidor digital é exigente e espera uma comunicação direcionada às suas necessidades. Para esse fim, 21% das empresas de e-commerce relataram recorrer ao histórico de compras do usuário para segmentar os perfis de acesso. Dados comportamentais, como buscas e páginas visitadas nos sites são utilizados por 20% das empresas enquanto 6% utilizam informações sociais para direcionar produtos e comunicação, mostram números da pesquisa da Adobe e Econsultancy.

Além de acompanhar o comportamento dos consumidores no ambiente online, o marketing digital também se movimenta de acordo com as evoluções tecnológicas. Assim como o marketing tradicional incorporou a internet, que já contabiliza mais de 2 bilhões de pessoas conectadas no mundo, ele também assimilou a tendência da internet móvel. Com essa grande oferta de mobilidade (tablets e smartphones) as marcas já estão pensando em como se adequar a esse novo formato, oferecendo uma melhor navegação e acesso aos consumidores. Programar sites responsivos que se adaptam ao display de cada dispositivo é uma forma de se diferenciar nesse universo ainda pouco explorado.

No e-commerce especificamente, a mobilidade é uma grande oportunidade que ainda está em amadurecimento. Em uma pesquisa feita pelo MercadoLivre em 2013, as transações de compra e venda da plataforma por meio de dispositivos mobile chegaram a 10%, com a possibilidade de comprar e pagar apenas usando o celular.

Por fim, para ajudar na conversão de cliques e exposição e visibilidade da marca, as redes sociais são grandes aliadas, pois é onde as pessoas compartilham e discutem sobre conteúdos. E esses conteúdos podem ser a porta de entrada para o seu site. Dessa forma, as tendências para o marketing 2013 se resumem em um novo conceito chamado SoLoMo (social, local, móvel).

Com todas essas possibilidades de atingir o consumidor, cada vez mais é preciso saber como mensurar e analisar os resultados de forma efetiva e conhecer qual o desempenho que se obteve com as ações realizadas. Os departamentos de marketing devem aproveitar essas tendências para conseguir dar ainda mais visibilidade para seus assessorados, afinal de contas a publicidade também faz parte da alma do negócio.

Escrito por: Helisson Lemos, Diretor Geral do MercadoLivre.
Extraído de: adNEWS

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Emoção. Razão. Comunicação!

E entre aquele complexo Freudiano todo, de emitir, decodificar e responder, muitas vezes nos atemos ao fardo de sentir. Assim é a comunicação.

O ser humano é movido por impulsos sociais que nos conduz em uma ínfima caminhada à complexidade retórica de dizer e ouvir, no acalentando e interagindo com veios comunicativos que nos repreende à emoção em sua inquietante função de emocionar.

Os Egípcios sabedores da plenitude social procuraram instigar a comunicação através de canais codificados e regionalizados  tornando-os ícones remotos à compreensão atual. Porém, o que os levou a este prisma sócio cultural? O âmago da fala? Ou o suspiro do sentir? Um reflexo de almas soltas e presas pelo ego? Ou um egocentrismo exarcebado de “ser” e “ter”?

A sentimentalidade, àquela, prozaquiana, não está contida nos meios de comunicação de hoje em dia, e o surpreendente é que teóricos dizem ser infundada um contexto sem tais. Sim. Já dizia Kotler em seus estudos sobre comportamento do consumidor: 
“estamos testemunhando a Era voltada para os valores. Em vez de tratar as pessoas simplesmente como consumidoras, os profissionais tendem a tratá-las como seres humanos plenos: com mente, coração e espírito”


Oras, se o valor da comunicação, (independente de sua ligação científica com o embasamento de supra sumo citado), valoriza a plenitude humana, porque afugentamos nossa sentimentalidade atrás de personalidades infundadas em retóricas sociais, deixando com que o afugento do apogeu solidário venha de amparo às esta necessidade humana. Defino como necessário os princípios básicos de sobrevivência – eminente é claro aos de processo físico e fisiológico – mas de plenitude psicológica refletida ao velho chavão “penso e logo existo”. Para meu singelo compreendimento de “viver em sociedade” a existência é mais do que pensar é uma via de interação entre os findáveis sentidos que possuímos e entre eles a expressão sentimental adquirida ou imitada. Então emocionar é um processo de comunicação? Sim.

A comunicação não verbal, por definição, é aquela que não utiliza da fala ou escrita para ser manifestada e compreendida, assim, pode-se afirmar que o corpo expressa mensagens que são decodificadas e respondidas a todo o momento. Têm-se como exemplo básico o ato do bocejo, onde um sinal emitido é respondido pelo seu receptor com mesmo código e freqüência, o indivíduo estando ou não em estado de sonolência. Outro exemplo claro da comunicação não verbal está contida nos pequenos manifestos de “etiqueta” onde o simples ato de cruzar as pernas pode significar inúmeras ações findadas pelo receptor ao seu melhor compreendimento da ação. Desta forma, digo (em minha negligenciada formação científica), que a emoção é um processo de comunicação, sendo ela comercial ou não, seus estímulos e respostas geram novos estímulos e respostas, e estes em um processo mútuo de sentimentalidades agregadas ao convívio ou à disseminação de conteúdo retido. Ou seja, a compreensão, decodificação e feedback depende da freqüência com que os indivíduos estão. A sintonia fina é a grande responsável pela receptividade de estímulos e de transformá-la em resposta.


Assim. Sim. Os sentimentos, estes que possuímos e renegamos, (muitas vezes), diz muito e é responsável por uma fatia significativa de compreensão de universo, amparados por esse conhecimento a persuasão vem a ser o fator matriz de estímulo para publicitários e profissionais de marketing. Contudo. A mensagem, o ponto base da retórica dissertação de ser ou não ser um fator comunicativo é válido? É expressado ou analisado como ferramenta de comunicação social? Como mero especulador comunicativo, irei aprofundar meus olhares sobre esse aspecto. Creio que grande parte da comunicação, verbal ou não, parte do pressuposto – impactante – da emoção, ou com foco em, ou com base em. 


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Assessor de Imprensa? E agora?


Sou um Assessor de Imprensa, e agora? Há passos para eu ser um bom Assessor?

Há sim. Em diversos casos, principalmente em empresas de gestão familiar, tal cargo, não é comprometido a um profissional ligado a área de comunicação social, mas sim, a um membro de confiança da família que possui uma boa redação ou está cursando algum bacharel qualquer. O pensamento ou compreensão de qualificação é de origem suspeita, principalmente nestes setores administrativos, por medo, anseio ou até mesmo por fatores econômicos. Então como ser um bom Assessor de Imprensa em um ambiente hostil?

Em uma graduação voltada à área da comunicação social, o acadêmico é instruído a ter uma política de boa vizinhança com as concorrentes, ou empresas de mesmo setor, além, é claro de possuir uma qualificação científica sobre o assunto, recebendo instruções de como redigir um texto jornalístico mais apropriado para retratar uma matéria ou uma possível matéria.

Mas então quais são estes passos? Sou um profissional de cargo administrativo e estou na ocupação de Assessor, como devo proceder?

Googlando sobre o assunto encontrar-se-á diversos textos que auxiliam na execução desta atividade, porém, com foco no profissionalismo pode-se dize que há alguns passos a serem seguidos.


Primeiramente, você será um Assessor de Imprensa ou um Relações Públicas? A distinção destes dois profissionais deve-se estar distinto e claro para a atuação em ambas as áreas. O profissional de RP (Relações Públicas) é aquele sujeito que irá realizar contatos diretos com departamentos comerciais de veículos de comunicação, onde o foco principal é de levar ao conhecimento da sociedade a entidade como membro da economia local, pode-se dizer também que é este que assegurará o contato polido com consumidores externos à mesma e manterá ativa a política da boa vizinhança, porém, o Assessor de Imprensa, terá em caráter técnico o dever de comunicar à sociedade as atividades políticas de caráter interno, sendo ele uma notícia positiva ou negativa ao universo. Define-se crise àqueles momentos cruciais em que a empresa está vivenciando em sua vida econômica ofuscando ou minimizando as falácias negativas frente à corporação ou mantenedora.

Esta comunicação direta com os veículos de comunicação não pode ser efetuada com base na “dedução” de forma empírica, mas sim, focada em um propósito e ser desenvolvida com base no planejamento e avaliação de ideias e informações a serem vinculadas determinando prazos para a execução das ações. Com base neste planejamento fica fácil recorrer às ações específicas do trabalho.

E quais são os passos ou ações condizentes ao cargo de Assessor de Imprensa?

Pode-se pré estabelecer uma ordem de trabalho onde o princípio de tudo esta em redigir e encaminhar o Press Release aos veículos utilizados ou com vínculo corporativo ao segmento atendido. A elaboração e execução desta ação possui como foco principal a transformação de uma informação com potencial a ser tornada em uma notícial, para tanto, esta, deve ser redigida com precisão nos dados e riqueza de detalhes nas informações, pois é com base neste que o jornalista irá decidir se a ideia servirá como matéria ou não. Lembre-se sempre que o foco principal da Assessoria de Imprensa é ressaltar os interesses da empresa, porém sem foco promocional (com intuito de vender a imagem), mas sim na transparência noticiada.

Outro aspecto importante interligado diretamente à questão do Press Release é a atualização do Mailing List que servirá como base e suporte para a manipulação e articulação do mesmo frente aos meios de comunicação. É importante ressaltar que se trata e define-se Mailling List como uma lista de contatos com dados básicos ligados diretamente ao campo jornalístico, nele estará contido dados básicos para articulação de mensagem, como nome do responsável do veículo, telefones de contato, formas de pagamento da vinculação (se matéria paga ou patrocinada), bem como todas as informações cabíveis ao Departamento de Assessoria de Imprensa.

Fatores de aspecto administrativo também são de responsabilidade do Assessor de Imprensa, como a formação de Clipping. Um bom Clipping deverá ser formado por toda e qualquer vinculação da imagem corporativa frente às mídias sociais, contendo recortes de jornais, revistas, sites, rádios, televisão, enfim, todos os canais midiáticos que a Assessoria venha a utilizar. A função principal deste canal ou ação é de cunho estratégico, ou seja, é este veículo que irá demonstrar aos gestores ou articuladores gerenciais a imagem passada à sociedade, bem como a imagem demonstrada à sociedade podendo assim traçar de forma gerencial caminhos ou metas frente à comunicação social.

A articulação ou encaminhamento de possíveis matérias jornalísticas ao repórter requer devidos cuidados, principalmente no que diz respeito à visualização e compreensão do mesmo frente a informação repassada. Para tanto, quanto mais dados, artigos, números e outros subsídios que auxiliem, não apenas na visualização, mas também na compreensão do contexto, deverão ser anexados no Press Kits e encaminhados ao jornalista responsável pela matéria, pois é com base nestas informações que ele conseguirá aproximar o leitor do contexto transmitido.

Após estes processos frente à elaboração textual e envio das informações ao jornalista é hora de realizar um contato gerencial das informações transmitidas, não com foco nas persuasão ou pressão para vinculação do artigo, mas sim como foco na confirmação do recebimento de material. Outra função primordial do Follow Up é o contato real com jornalistas, repórteres e outros profissionais midiáticos quanto à confirmação de presença em eventos coletivos e outros que venham a ser diretamente ligados à estes.

As entrevistas coletivas ou individuais podem ser realizadas com o intuito de potencializar o efeito das divulgações. Como assim? Partindo do pressuposto da entidade (independente do segmento inserido) venha vincular uma matéria jornalística com foco no lançamento de um produto, esta entrevista (seja ela individual ou de forma coletiva), vem a servir como complemento à matéria já publicada, ressaltando assim a importância deste frente ao mercado, juntamente com seus impactos de consumo e melhorias, (aqui como base no produto que foi o exemplo dado acima). Desta forma, conclui-se que as entrevistas auxiliam na compreensão do contexto de uma determinada ação isolada (tendo como base de compreensão que cada ação tem um início, desenvolvimento e encerramento de processo, tornando assim em cada ação em uma ação isolada dentro do composto de comunicação).
Texto & Contexto

E quando a empresa estiver passando por uma Crise, como executar a ação frente à sociedade? A princípio deve-se estar claro que no contexto, compreende-se por crise, qualquer ação que venha a ganhar proporções fora do controle organizacional, seja ela financeiramente positiva ou negativa aos cofres institucionais. Sendo assim a Assessoria deverá estar ciente e bem instruída quanto aos processos atingidos pela empresa, pois somente assim terá subsídios para elaborar textos defensivos ou até mesmo textos jornalísticos que venham justificar,  defender ou refinar a imagem ofuscada pela mesma frente à sociedade ou universo atingido. Este processo de gerenciamento de crise é um dos tópicos ou ações que mais devem ser absorvidas pelo profissional responsável pelo gerenciamento informativo da organização, pois somente através desta compreensão global de crises poder-se-á gerir de forma ampla e precisa qualquer ação sofrida pela corporação.

Este processo comunicacional perde por completo seu foco se a Assessoria não mantiver ou focar seus esforços frente ao bom relacionamento com a mídia, (entende-se como mídia, todo e qualquer veículo de comunicação que possua foco (de ordem interna) transmitir a informação ao receptor final). Sendo assim, partindo do pressuposto que o subsídio principal para um desenvolver de imprensa é as mídias, nada mais compensador que ter um elo comunicacional positivo frente a estas; e essa sinergia acarretará em uma visualização diferenciada e uma aceitação favorável frente aos Releases repassados, todavia, ressaltando-se assim o profissional interno bem como a imagem da empresa frente ao mercado consumidor.

Ok! O papel do Assessor está esclarecido. Agora, basta lançar informações por todas as partes?

Não. A informação oriunda de um processo interno deve possuir uma padronização comportamental e até mesmo contextual. Ao se tratar de uma organização com diferentes profissionais (marketing, financeiro, gestão de recursos), ter-se um processo informativo contextualizado e comportamental é o diferencial frente à concorrência. Como? 

O papel de articulador da informação, quanto direcionado ao Assessor de Imprensa, é também o de fornecer subsídios ao clientes departamentais, oferecendo treinamentos e cursos específicos (mesmo que de forma informal) para que o agente portador da informação a ser transmitida possua o mínimo de clareza e comportamento frente às mídias, ou coletas midiáticas (entrevistas, coletivas, seminários e outras formas de discursos públicos ou de cunho publicável). Tais treinamentos além de polirem o comportamento executivo maximizando as oportunidades de sucesso empresarial do coletivo agem de forma específica no campo midiático fazendo com que todos interajam da forma mais padronizada possível.

Com base nestes itens descritos, nesta espécie de “receita comunicacional”, pode-se desenvolver um trabalho coeso, priorizando sempre a informação limpa e cristalina frente ao público receptor, não somente da matéria finalizada (lançada nos veículos de comunicação e ambientes virtuais), mas também em uma formação de imagem empresarial responsável e ciente de seu papel responsável frente ao universo inserido.



Texto apresentado como forma avaliativa na disciplina de Assessoria de Imprensa da Faculdade de Pato Branco - FADEP - sobre a coordenação da Professora Edinéia Rauta. Acadêmico responsável: Marcio Antonio Machado.


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

E AGORA? SOU CRIATIVO?


Com toda a certeza que há neste mundo, você já parou e pensou: “porque não pensei nisto antes?” ou até mesmo, àquele velho chavão literal: “como não pensei nisso antes?”. Você não conseguiu distinguir a diferença? Simples e descomplicada.

O fazer e o querer fazer são dois aspectos distintos, porém diretamente ligados ao fator psicomotor. A propulsão necessária para partir do projeto ou mentalidade de um “fazer” é concebida por agentes terciários, fatores que contemplem ou completem seu pensar, formando assim uma ideologia complexa de uma partícula simples – A IDEIA. Pensar igual entre agentes comuns é uma saída cabível através de uma rede de relacionamentos onde as afinidades se completam e tornam-se partes do montante final.


Então estar em rede faz com que a inércia torne-se em propulsão e esta em produto?

Sim. A ideia a partir de um prisma individual surge apenas como uma imagem caleidoscópica  projetando outras idéias – ou projeções passíveis ao sucesso (ou ao fracasso) – porém, quando somada a outros fatores filosofais, pode-se formar um composto criativo tornando-se assim em realidade. As redes de conhecimento são importantes ferramentas que compõe esta gama de discussões e alusões, somando valores, agregando diferenciais e compreendendo o amadurecimento de um vértice ainda não esboçado e delineado. Porém, este convívio em rede tende a manipular conhecimentos tornando seu produto em apenas um composto criativo coletivo, deixando a originalidade e compactuando com a necessidade de demanda.


E qual a diferença entre demanda e público alvo?
Simples. A diferença está na concepção “in-victro” do fazer   criativo. A necessidade de ofertar um produto/serviço inovador, com novas tecnologias e revolucionário no segmento, desperta na sociedade de consumo necessidades e sensações ainda não vividas, contribuindo assim para a formação de uma target inexistente ou seja, elaborou-se um produto inexistente para um grupo de pessoas (público alvo) desconhecidas pela organização ou prestadora. Então, contudo o público alvo passa a ser o oposto da demanda, tornando-o este, em um público já estimado que venha a sentir a necessidade deste produto ou serviço a ser lançado. Assim, a inovação na segmentação deste "know how" tende a formar uma sociedade consumista inovadora, segmentada, fidelizada e comprometida com a evolução de sua construção criativa.

Então, viver em rede é um fator positivo à criatividade?
Sim, poderia também iniciar esta resposta com o óbvio. O aprendizado é feito através de redes de relacionamento, seja ela virtual ou não, então o desenvolver criativo e o start criativo dão-se com a somatória destes impulsos complexos da cotidianidade em que vivemos. Sendo assim, muitos dos impulsos que tomamos tendem a não ser “originais”, porém, resultantes de um pensar coletivo, fazendo com que você solte àquele grunhido abafado: “como não pensei nisso antes?” ou até mesmo, para os menos providos de iniciativa: “porque não pensei nisso antes?”

Simples não é? O fator criativo está diretamente relacionado ao nosso poder de analisar, criticar, renovar e reinventar e inventando produtos e processos, tornando algo inexiste em algo essencial para nossa sobrevivência.



segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

E O MARKETING, VAI BEM?


Houve um tempo remoto de minha existência intelectual, que, absurdamente, confirmava com àquele velho anexim que diz: “o marketing é grande demais para caber em uma sala” porém, nunca consegui entender, defendia este paradigma e filosofava em prol do uso acerbado de agências terceirizadas. Hoje, com um intelecto evoluído e com uma experiência mais refinada – ainda idolatro Kotler e bestifico-me com Drucker – porém, consigo definir meus ideais e minhas teorias que por priora é: “o marketing é fundamental demais para ficar em uma agência” e ainda justifico.



A questão é a cotidianidade de fatos e fatores. Há fortes indícios de que a percepção terceirizada compreende como alavancagem baseada em números estatísticos e gráficos cheios de ápices a partir de um portal eletrônico que pode ou não oferecer o e-comerce, porém o que valida um produto/serviço não é somente seu Counter Views,mas também seu grau de aceitação no mercado e toda uma análise contida em cima de dados financeiros – além, claro de um análise detalhada de seu ciclo vital. Então como podemos terceirizar um FATOR VITAE para a organização? Apresentação de relatórios semanais? Conferências diárias? Ou até mesmo, acompanhamento diário?

Não. A alavancagem mercadológica baseada em um composto de marketing estruturado, faz com que haja este crescimento substancial frente ao segmento, divergindo assim de dados analisados e compreendidos – muitas vezes erroneamente – pela prestadora de serviços. Então como segmentar este campo?
A instalação ou até mesmo a estruturação de um Departamento de Marketing – ou seja, lá qual for o nome dado a tal divisão – é de extrema importância e saliento algumas características básicas que asseguram um bom compreendimento de feeling.

Vamos iniciar nossa criticidade a partir de uma análise física. Como anda seu Endo? Mal? Asseguro – com a ajuda de alguns teóricos, mais velhos e experientes que eu – que o principal fator promocional de sua marca é a sua própria marca, ou seja, os que auxiliam a projeção mercadológica da mesma frente ao mercado; seu fator humano é sua arma de projeção. Não entendeu? Simples. Sua equipe de apoio – também chamado por muitos de “colaboradores” – são sua principal ferramenta de difusão de branding. Ou seja, o Endomarketing. E como trabalhar ele?

Não. Não basta termos apenas uma equipe uniformizada, alinhada e repetidora institucional, tem-se que ter em funcionamento alguns elementos “publicitários” aplicados em prol do resultado final. 
A comunicação interna é uma das secretarias – muitas vezes incumbidas ao responsável de marketing – que deverão estar em pleno fervor, com isso, identificar setores, salas, corredores, locais, metas, missão, visão, valores, informativos e todo um composto que garanta a legitimidade territorial da empresa, criando assim – aos usuários súbitos  uma fácil localização, bem como uma compreensão do layout funcional/organizacional. Além de se criar, apenas, estas ações, pode-se também usar um pouco da criatividade e trabalhar todo o composto midiático, proporcionando assim um ambiente descontraído e funcional, que gere no colaborador uma acepção maior de sua funcionabilidade  dento do contexto.

Com o endomarketing estruturado podemos começar a pensar a exercer algumas ações de marketing, como análise de aceitação de produtos frente ao mercado atendido – que é o grande fantasma das organizações. Com base na comercialização de um bem/produto baseado nos índices de consumo sobre uma target podemos definir a aceitação do mesmo frente ao consumidor final – afinal de contas, quem trabalha com o consumidor final? Nosso intermediário, então a comunicação permanente frente a questionamentos e analise dos mesmos pode nos ajudar, não é mesmo? Assim, com base nos dados coletados, seja através de planilhas ou questionamentos direcionados, chegamos a uma aceitação de produto frente ao mercado consumidor. E o que fazer com a queda de aceitação? O que fazer com os picos de crise? Como alavancar um produto frente aos concorrentes? Como diferenciá-lo? Como...? Simples. Análise. Compreensão. Corte de gastos. Diferenciação de embalagem. Inserção de mídia. Composto diferenciado. Mudança de conta. Entre tantas outras medidas breves – muitas vezes sem custos exagerados – que geram resultados interessantes e até mesmo a alavancagem frente ao nosso, tão, temido concorrente.

Aí me pergunto. Como assegurar um crescimento sustentável, terceirizando esse serviço à agências que, muitas vezes – mas muitas mesmo – chegam a confundir o MARKETING com PUBLICIDADE? Falava-se, acima, de ferramentas publicitárias, porém esta é apenas um dos serviços relacionados à promoção do produto e, quanto ao seu composto? Uma análise de praça? Um corte substancial na logística, ou remanejamento de logística? Corte nos custos de produção? A agência terceirizada irá compreender estes dados e solucioná-lo?

Não critico, tão pouco crucifico, empresas que deixam seu marketing a ver navios – afinal de contas, nada melhor que o empresário para saber em quem confiar – mas o vento pode mudar e com esta mudança surge aquele questionamento básico – suas velas estão prontas para uma mudança brusca de direção? 

Então. Concordam comigo, que o marketing é importante demais para deixá-lo fora da empresa? 


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

SOCIALMENTE INACESSÍVEL

E o auge da fofoca do momento é a dita PRIVACIDADE em REDES SOCIAIS. Isto é possível? Como se tornar socialmente inacessível? Porém, para que possamos compreender e sermos sabedores desta forma "anti-social" de convívio em rede é necessário compreender a REDE.

O QUE SÃO AS REDES SOCIAIS?
Com o avanço das tecnologias de informação, as redes sociais online surgem como um importante meio de socialização e comunicação. Ao ingressar em uma rede social online, o usuário tem a possibilidade de criar um perfil, participar de comunidades, comunicar-se com outras pessoas e utilizar recursos, tais como blogs, mensagens instantâneas, fóruns. As redes sociais têm transformado não só a maneira como as pessoas mantêm contato com amigos e familiares, próximos ou distantes, como também têm sido usadas por empresas para atingir um determinado público alvo, permitindo um maior nível de interação deste com a empresa.
 
As redes sociais têm atraído um número cada vez maior de usuários. No ano de 2005, não houve nenhum site de rede social classificado no “world's top 20 English-language Web sites”. No entanto, em 2008, cerca de metade da lista era ocupada por sites voltados para este serviço. Em junho deste mesmo ano, o número de usuários que freqüentavam a rede apenas uma vez ao mês representava cerca de 2/3 do total de usuários da internet. De acordo com um estudo recente feito pela IBM, o número destes usuários deve ultrapassar a faixa de 800 milhões em 2012.

E quanto a privacidade? Como se pode tê-la?
A essência dos sites de redes sociais online é a comunicação e a interconexão entre pessoas. Para tanto, a rede permite que o usuário preencha um formulário com diversas informações pessoais e profissionais, o perfil do usuário na rede. Entretanto, em muitos casos, o usuário não toma as devidas precauções no momento de discernir que informações deve tornar públicas. Um fato interessante é que as pessoas são muito mais propensas a compartilhar seus dados em redes sociais do que em outros meios de comunicação, como por telefone, e-mail ou pessoalmente. É o chamado Paradoxo da Privacidade.

Um grande problema na questão de privacidade deve-se ao fato de que as redes sociais online não alertam os usuários sobre os riscos que eles podem estar expostos ao participar da rede, divulgando informações pessoais. De acordo com Andrea Matwyshyn, responsável pela organização do congresso de Melhores Práticas de Segurança da Informação no início de 2009, “A definição tradicional de privacidade está sendo contestada”. A falta de consciência dos jovens na divulgação de suas informações pode trazer conseqüências futuras desagradáveis.

Evitar estas agressões desnecessárias é o pronto primordial da tão exigida privacidade. E como se proteger? Há como evitar estes ataques de pessoas estranhas? Há uma forma rápida e eficaz para isto. As redes sociais permitem ao usuário um determinado controle sobre a privacidade de suas informações. Em geral, esse controle restringe-se à quem pode ter acesso ao que no perfil do usuário. Os controles mais comuns relacionam-se à informações do perfil do usuário, informações disponíveis pelos aplicativos instalados e informações sobre as atualizações do usuário. Algumas redes sociais permitem ainda que o usuário controle quem pode encontrá-lo através de buscas e que informações do perfil podem ser vistas. O Facebook é um exemplo de rede social que permite um controle mais detalhado das configurações de privacidade, entretanto, sua interface é muito complexa para os usuários comuns.

As ferramentas oferecidas por estes sites para proporcionar privacidade aos dados do usuário não são suficientes para assegurar tal privacidade. Entretanto, podem criar um sentimento de confiança no usuário que, por essa razão, passará a acreditar que links vindos de pessoas na sua rede não oferecem perigo e se sentirá mais confortável para expor detalhes sobre sua vida na rede. Análises feitas sobre a utilização das opções de privacidade disponíveis pelo Facebook em redes universitárias mostram que a maioria dos usuários - cerca de 87% - possuem as configurações padrões. Uma grande maioria destes usuários tem conhecimento acerca das opções de privacidade oferecidas, no entanto, poucos fizeram alterações nas mesmas.

Então, comunicar-se é uma dádiva, vamos usar e abusar desta ferramenta que nos possibilita desempenhar nosso papel com dignidade e maestria, nos comunicando; basta seguirmos alguns passos fáceis que sua segurança e integridade estarão asseguradas. Agora, lembre-se sempre, que os que nos difere dos outros animais é nosso poder de comunicação!