E entre aquele complexo Freudiano todo, de emitir,
decodificar e responder, muitas vezes nos atemos ao fardo de sentir. Assim é a
comunicação.
O ser humano é movido por impulsos sociais que nos conduz em
uma ínfima caminhada à complexidade retórica de dizer e ouvir, no acalentando e
interagindo com veios comunicativos que nos repreende à emoção em sua inquietante
função de emocionar.
Os Egípcios sabedores da plenitude social procuraram instigar
a comunicação através de canais codificados e regionalizados tornando-os ícones remotos à compreensão atual.
Porém, o que os levou a este prisma sócio cultural? O âmago da fala? Ou o
suspiro do sentir? Um reflexo de almas soltas e presas pelo ego? Ou um
egocentrismo exarcebado de “ser” e “ter”?
A sentimentalidade, àquela, prozaquiana, não está contida nos
meios de comunicação de hoje em dia, e o surpreendente é que teóricos dizem ser
infundada um contexto sem tais. Sim. Já dizia Kotler em seus estudos sobre
comportamento do consumidor:
“estamos testemunhando a Era voltada para os valores. Em vez de tratar as pessoas simplesmente como consumidoras, os profissionais tendem a tratá-las como seres humanos plenos: com mente, coração e espírito”.
A comunicação não verbal, por definição, é aquela que não
utiliza da fala ou escrita para ser manifestada e compreendida, assim, pode-se
afirmar que o corpo expressa mensagens que são decodificadas e respondidas a
todo o momento. Têm-se como exemplo básico o ato do bocejo, onde um sinal
emitido é respondido pelo seu receptor com mesmo código e freqüência, o
indivíduo estando ou não em estado de sonolência. Outro exemplo claro da
comunicação não verbal está contida nos pequenos manifestos de “etiqueta” onde
o simples ato de cruzar as pernas pode significar inúmeras ações findadas pelo
receptor ao seu melhor compreendimento da ação. Desta forma, digo (em minha
negligenciada formação científica), que a emoção é um processo de comunicação,
sendo ela comercial ou não, seus estímulos e respostas geram novos estímulos e
respostas, e estes em um processo mútuo de sentimentalidades agregadas ao
convívio ou à disseminação de conteúdo retido. Ou seja, a compreensão,
decodificação e feedback depende da freqüência com que os indivíduos estão. A
sintonia fina é a grande responsável pela receptividade de estímulos e de transformá-la
em resposta.
Assim. Sim. Os sentimentos, estes que possuímos e renegamos,
(muitas vezes), diz muito e é responsável por uma fatia significativa de
compreensão de universo, amparados por esse conhecimento a persuasão vem a ser
o fator matriz de estímulo para publicitários e profissionais de marketing. Contudo.
A mensagem, o ponto base da retórica dissertação de ser ou não ser um fator
comunicativo é válido? É expressado ou analisado como ferramenta de comunicação
social? Como mero especulador comunicativo, irei aprofundar meus olhares sobre
esse aspecto. Creio que grande parte da comunicação, verbal ou não, parte do
pressuposto – impactante – da emoção, ou com foco em, ou com base em.

