sábado, 26 de julho de 2014

LEITURA: HÁBITO OU OPORTUNISMO?










Onde foram parar as livrarias? Digo as tradicionais. As de vanguarda mesmo. Àquelas com prateleiras, mezaninos para leitura e exemplares abertos para consulta e leitura. Cadê?

Lembro-me, e quem não, da necessidade literária em épocas colegiais, onde nos era empurrados goela dentro a literatura épica, a literatura de vanguarda dividida em períodos e características pitorescas. Importante, sim, e de simbologia marcante. Passava-se horas, (refiro-me àquelas longas e escaldantes), frente a exemplares já gastos, cheios de anotações, orelhas e marcações oriundas de outras leituras, de outros leitores, e isso nos fascinava. Era uma paixão sem fim.

Hoje, se foi o charme, a nostalgia, a magia do sentar e ler, do imaginar cenas e formas, do mergulhar, porém, ainda, há uma busca pelo ato, pelo crescimento substancial, pelo gosto, ou até mesmo, pelo fato. Graças a Deus.

Homens maduros, empresários, advogados e tantos outros “os” e “ados” de nossa sociedade, ainda consumidores da leitura, buscam incansavelmente títulos, textos, anexos sinestésicos de nossa boa e reinventada escola literária. Sim, há escritores ótimos e de reconhecimento em nosso país. Basta procurá-los. Não somente os clássicos, mas também os contemporâneos, mas onde encontrá-los se as livrarias encontram-se em extinção? Na Web? Sim. Também.

A plataforma da leitura hoje mudou, exatamente como toda tecnologia envolvida no processo educacional e de formação de conhecimento, porém, contém o charme e o envolvimento do bom, velho e metódico livro? Falo metódico, pois a leitura de um material impresso possui seu charme, irrefutável – há de concordar comigo – pois nele, o processo se dá por completo; cheiro, textura, policromia, gosto. Gosto? Sim, o folhear de páginas, o gosto indescritível do papel, poeira e suor palatizando em seu cérebro tornando nostálgica a sensação do consumo, do ler. E só saberá do que estou falando quem tem o vício da leitura tradicional. 

Porém, seja ela qual for, digital, tradicional, de vanguarda ou revolucionária, o importante é se fazer leitor.  O importante é ler... É ler para crer!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A PLURALIDADE DO EU

A busca pela identidade exacerbada e coesa sofre mutações significativas em nosso dia a dia resultando em micro revoluções existenciais; fronte à subjetividade da futilidade necessária e sadia.

Os grandes avanços sociais, quanto pluralidade, movem a motivação coletiva em prol de melhorias tecnológicas a serviço do bem estar individual de sujeitos inseridos em um círculo acíclico com ápices motivacionais tangíveis ou não. Esta singularidade emergida no contexto da pluralidade é um tanto quanto contraditório e desconexo. Sim. A busca pela sensação de indivíduo interativo dentro de nodos correlativos e de intersecções mundanas nos faz compreender o quão eloqüente se torna esta “corrida pelo ouro”.


Há quem diga que os avanços tecnológicos nos firmam como Deuses de um mundo constantemente mutável, porém estes avanços surgem através da singularidade de necessidades e não do coletivo substancial. Assim, nós como sujeitos isolados em um universo com pleno desenvolvimento não desenvolvemos como ações plurais, mas sim frente a uma simetria perfeita do ter e fazer. Profissionais do Marketing que me perdoem, mas o egocentrismo exacerbado e disléxico se faz através de seus próprios desejos de consumo resultando em futilidades coletivas e relativas. Então, de frente a isso, a criatividade nada mais é do que uma projeção, física e material, de sonhos ou necessidades subjetivas do sujeito e não do coletivo. De antemão contraditória ao vínculo da coletividade.


Estranho falar da pluralidade existencial quanto sujeitos, pois a busca da afirmação contradiz a interface formal da informação. Refletiremos: para ser sujeito coletivo de um sistema ininterrupto e perfeito, buscar-se-á a afirmação do “eu” frente ao “nós”, assim mesmo, sem nexo e contexto. Sejamos nus e crus, sem enfeites e confetes, sejamos racionais e substanciais ao extremo ao analisar o todo de frente à orbita, de frente ao micro, de complemento singular, assim, começa-se a compreender o contexto da pluralidade singular. What The Fuck? Yes!


A subjetividade da pluralidade singular é verdadeira e formal. O sujeito quanto mecanismo de engrenagens conecta-se a sujeitos engenhosos e complementares às suas juntas e vincos ocupando lacunas e complementando o sistema; assim, gerindo e regendo o “nós”, tendo o ponto de partida, sempre e inevitavelmente no “eu”.


Assim, este título torna-se redundante? Não! Jamais será. Caberá a compreensão do complemento, do formal/informal, a sapiência da coletividade quanto agente transformadora individual, solta e isolada das demandas sociais coerentes e relativas. Assim, somente assim, saberemos e poderemos almejar compreensões pessoais a níveis elevados, porém, com o princípio da existência; o “eu”. Contraditório e ambíguo. Assim como o Branco e Preto, Arroz e Feijão, ou para os nerd’s o “Yin e Yang”... 


Compreenderemos o desconhecido através da superação individual. Eis o princípio de tudo e de toda revolução existente em nossa vasta busca pelo novo. 

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O FUTURO BATE A SUA PORTA

Já imaginou viver em um mundo onde carros voam; televisores podem ser enrolados e guardados em uma mala para viajem? Sim. Este futuro está próximo. Para os amantes de Minority Report este futuro é mais palpável que o imaginado. A CES - Consumer Electronics Show – Edição 2014, trouxe um arauto de inovações que assustam e põe em cheque nossa compreensão sobre realidade e ficção. Os televisores a vapor (comentado neste blog em post´s passados), nada mais é, do que um protótipo revolucionário do que está para acontecer, porém, a realidade é bem mais assustadora e intrigante.

TELA FLEXÍVEL OLED EM POLIAMIDA
Em Minority Report, cenas revolucionárias nos fazem pensar: “só em cinema mesmo”. Não. A empresa de Tecnologia Telepaty já comercializa no mercado americano o Telepaty One, uma espécie de projetor para óculos, incluindo áudio e vídeo. Uma verdadeira vídeo conferência na lente de seus óculos - assista o documentário de lançamento - clique aqui. E as revoluções não param por aí. Que tal enrolar seu televisor, ou guardá-lo em uma mala de viajem? Sim, isto é completamente possível. A empresa de Tecnologia Coreana Leader Electronics (para nós conhecida como LG), lança seu protótipo: “uma tela de 18 polegadas que é flexível o suficiente para ser enrolada até que ela forme um tubo com 3 centímetros de diâmetro sem sofrer danos”. Exatamente. O futuro chegou.

LG TELA TRANSPARENTE
Não, não estamos longe de tropeçarmos em um aparelho com tela flexível. Estudos preliminares para uma real implantação já vem sido estudada à anos, pois assim como o Oled teve seu precursor (a plasma), o 4K à HD,  as telas flexíveis e transparentes também já possuem sua árvore genealógica.  Sim... Não é sonho, tão pouco efeitos alucinógeno de drogas sintéticas. Estou falando da LG G FLEX, (ainda não disponível no mercado), que possui como ponto de partida a flexibilidade e transparência de tela, (estudos de comercialização estão sendo implantadas em seu novo aparelho celular, que utiliza mesmo nome, tela curva e alta definição de imagem, mesmo exposta ao sol).

SANSUNG GALAXY SKIN


Não está satisfeito? E os celulares da Sansung - Flexibe Amoled? Já disponível no mercado internacional? Ele possui câmera de oito megapixels, além de uma VGA frontal, processador de 1,2 GHz e 1 GB de RAM, capacidades de 16GB e 32 GB, além de medir 221 X 67 X 8 mm. Agora você acredita?!

É. O futuro é agora. Seremos mediadores tecnológicos? Cobaias revolucionárias para gerações próximas? E vale a pena ressaltar... Estamos falando de produtos com lançamento previsto para 2017. E o que nos aguarda para 2020?

domingo, 8 de setembro de 2013

Marketing Digital 2013


Nos últimos anos, foi possível perceber que o marketing digital evoluiu a um ritmo bastante acelerado. Com a movimentação das empresas para a internet – e aí falamos tanto de grande quanto de pequenas, que passaram a prestar mais atenção no comportamento dos consumidores online, o marketing digital deixou de ser apenas uma ferramenta complementar de comunicação e passou a ser o foco de diversas ações.

Como o custo de investimento do marketing digital é mais acessível, o resultado e o retorno são mensuráveis. Dados de uma pesquisa realizada pelo TNS Research International apontam que 90% das empresas no país já realizaram algum tipo de ação na internet. Isso aponta que a incorporação da internet à comunicação é um caminho sem volta.

Contudo, esse conceito está em constante transformação, considerando o marketing digital como um conjunto de formas de se comunicar com o público alvo utilizando canais digitais. De acordo com uma pesquisa realizada pela Adobe e Econsultancy, os principais objetivos do marketing digital para 2013 são: criar conteúdo criativo e consistente em múltiplas plataformas, integrar informações online e offline, além de medir com mais precisão e otimizar adequadamente seu conteúdo. Em outras palavras, ele deve ser mensurável, personalizado e acima de tudo, rentável.

A tendência da personalização de conteúdo é uma das mais marcantes desse ano e para a maioria é uma forma de estreitar o relacionamento com o consumidor. Atualmente o consumidor digital é exigente e espera uma comunicação direcionada às suas necessidades. Para esse fim, 21% das empresas de e-commerce relataram recorrer ao histórico de compras do usuário para segmentar os perfis de acesso. Dados comportamentais, como buscas e páginas visitadas nos sites são utilizados por 20% das empresas enquanto 6% utilizam informações sociais para direcionar produtos e comunicação, mostram números da pesquisa da Adobe e Econsultancy.

Além de acompanhar o comportamento dos consumidores no ambiente online, o marketing digital também se movimenta de acordo com as evoluções tecnológicas. Assim como o marketing tradicional incorporou a internet, que já contabiliza mais de 2 bilhões de pessoas conectadas no mundo, ele também assimilou a tendência da internet móvel. Com essa grande oferta de mobilidade (tablets e smartphones) as marcas já estão pensando em como se adequar a esse novo formato, oferecendo uma melhor navegação e acesso aos consumidores. Programar sites responsivos que se adaptam ao display de cada dispositivo é uma forma de se diferenciar nesse universo ainda pouco explorado.

No e-commerce especificamente, a mobilidade é uma grande oportunidade que ainda está em amadurecimento. Em uma pesquisa feita pelo MercadoLivre em 2013, as transações de compra e venda da plataforma por meio de dispositivos mobile chegaram a 10%, com a possibilidade de comprar e pagar apenas usando o celular.

Por fim, para ajudar na conversão de cliques e exposição e visibilidade da marca, as redes sociais são grandes aliadas, pois é onde as pessoas compartilham e discutem sobre conteúdos. E esses conteúdos podem ser a porta de entrada para o seu site. Dessa forma, as tendências para o marketing 2013 se resumem em um novo conceito chamado SoLoMo (social, local, móvel).

Com todas essas possibilidades de atingir o consumidor, cada vez mais é preciso saber como mensurar e analisar os resultados de forma efetiva e conhecer qual o desempenho que se obteve com as ações realizadas. Os departamentos de marketing devem aproveitar essas tendências para conseguir dar ainda mais visibilidade para seus assessorados, afinal de contas a publicidade também faz parte da alma do negócio.

Escrito por: Helisson Lemos, Diretor Geral do MercadoLivre.
Extraído de: adNEWS

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Emoção. Razão. Comunicação!

E entre aquele complexo Freudiano todo, de emitir, decodificar e responder, muitas vezes nos atemos ao fardo de sentir. Assim é a comunicação.

O ser humano é movido por impulsos sociais que nos conduz em uma ínfima caminhada à complexidade retórica de dizer e ouvir, no acalentando e interagindo com veios comunicativos que nos repreende à emoção em sua inquietante função de emocionar.

Os Egípcios sabedores da plenitude social procuraram instigar a comunicação através de canais codificados e regionalizados  tornando-os ícones remotos à compreensão atual. Porém, o que os levou a este prisma sócio cultural? O âmago da fala? Ou o suspiro do sentir? Um reflexo de almas soltas e presas pelo ego? Ou um egocentrismo exarcebado de “ser” e “ter”?

A sentimentalidade, àquela, prozaquiana, não está contida nos meios de comunicação de hoje em dia, e o surpreendente é que teóricos dizem ser infundada um contexto sem tais. Sim. Já dizia Kotler em seus estudos sobre comportamento do consumidor: 
“estamos testemunhando a Era voltada para os valores. Em vez de tratar as pessoas simplesmente como consumidoras, os profissionais tendem a tratá-las como seres humanos plenos: com mente, coração e espírito”. 


Oras, se o valor da comunicação, (independente de sua ligação científica com o embasamento de supra sumo citado), valoriza a plenitude humana, porque afugentamos nossa sentimentalidade atrás de personalidades infundadas em retóricas sociais, deixando com que o afugento do apogeu solidário venha de amparo às esta necessidade humana. Defino como necessário os princípios básicos de sobrevivência – eminente é claro aos de processo físico e fisiológico – mas de plenitude psicológica refletida ao velho chavão “penso e logo existo”. Para meu singelo compreendimento de “viver em sociedade” a existência é mais do que pensar é uma via de interação entre os findáveis sentidos que possuímos e entre eles a expressão sentimental adquirida ou imitada. Então emocionar é um processo de comunicação? Sim.

A comunicação não verbal, por definição, é aquela que não utiliza da fala ou escrita para ser manifestada e compreendida, assim, pode-se afirmar que o corpo expressa mensagens que são decodificadas e respondidas a todo o momento. Têm-se como exemplo básico o ato do bocejo, onde um sinal emitido é respondido pelo seu receptor com mesmo código e freqüência, o indivíduo estando ou não em estado de sonolência. Outro exemplo claro da comunicação não verbal está contida nos pequenos manifestos de “etiqueta” onde o simples ato de cruzar as pernas pode significar inúmeras ações findadas pelo receptor ao seu melhor compreendimento da ação. Desta forma, digo (em minha negligenciada formação científica), que a emoção é um processo de comunicação, sendo ela comercial ou não, seus estímulos e respostas geram novos estímulos e respostas, e estes em um processo mútuo de sentimentalidades agregadas ao convívio ou à disseminação de conteúdo retido. Ou seja, a compreensão, decodificação e feedback depende da freqüência com que os indivíduos estão. A sintonia fina é a grande responsável pela receptividade de estímulos e de transformá-la em resposta.


Assim. Sim. Os sentimentos, estes que possuímos e renegamos, (muitas vezes), diz muito e é responsável por uma fatia significativa de compreensão de universo, amparados por esse conhecimento a persuasão vem a ser o fator matriz de estímulo para publicitários e profissionais de marketing. Contudo. A mensagem, o ponto base da retórica dissertação de ser ou não ser um fator comunicativo é válido? É expressado ou analisado como ferramenta de comunicação social? Como mero especulador comunicativo, irei aprofundar meus olhares sobre esse aspecto. Creio que grande parte da comunicação, verbal ou não, parte do pressuposto – impactante – da emoção, ou com foco em, ou com base em. 


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

FACEBOOK: A COMPLEXIDADE DO PÓS MODERNO


Desde os suspiros finais do Orkut, os brasileiros vêm se questionando: o que vem pela frente? Este Facebook é febre? O que faço com ele? O que é o Facebook?

E passaram-se 10 anos desde sua existência e algumas perguntas ainda não foram respondidas. O Facebook é mais que uma rede social? Posso trabalhar a imagem de minha empresa sem confrontar minha imagem pessoal? Como funciona a Fan Page? Segurança? Dinamismo? Complexidades? Convergências? Estatísticas? São tantos apontamentos que ficamos perdidos neste emaranhado de informações, porém, o que muitos não sabem é a funcionalidade básica desta Rede Social Multi Midiática, então vamos começar pelo princípio. Quando surgiu o Facebook? Porque inventar o Facebook? O que é o Facebook?

Primeiro Layout
O Facebook surgiu em 2004, sendo inicialmente um canal de comunicação fechado entre os estudantes da Universidade de Harvard. A sua popularização em meio à universidade foi instantânea - atingindo, no primeiro mês de existência, metade da comunidade dos estudantes que ainda não estavam graduados - e, em seguida, expandiu-se para outras universidades, colégios, redes corporativas e o público em geral, respectivamente. Seu fundador, o então estudante norte-americano Mark Zuckerberg, desenvolveu a ideia de “organização elegante” das comunidades existentes, na qual permitia que os alunos se comunicassem facilmente em ambiente informatizado. A comunidade de alunos de Harvard se comunicava convencionalmente há mais de três séculos antes de Mark Zuckerberg emergir, ele simplesmente a ajudou a organizar o processo comunicacional e a realizá-lo de maneira mais eficiente. O Facebook possibilitou que as pessoas se cadastrassem e organizassem as suas redes sociais - o chamado “gráfico social” da rede on-line: poderiam compartilhar, assim, quem elas eram, o que faziam, quem conheciam e, não menos importante, como eram. O Facebook foi um sucesso imediato, porque permitiu que uma necessidade fosse sanada: ele organizou e padronizou a vida social em Harvard.

Evolução do Layout
A aparência do Facebook é bastante detalhada e as suas funções são inúmeras, além de estarem em constante desenvolvimento e aprimoramento. Por ser uma rede social e, consequentemente, estimular o relacionamento entre os seus usuários, assim que uma pessoa abre uma conta no Facebook e acessa a sua página inicial, já tem a opção de importar os contatos disponíveis em seu e-mail; procurando por usuários na rede social que já façam parte do seu círculo de amigos e, assim, enviando imediatamente solicitações de amizades a eles.

A página inicial é composta pelo conjunto das informações mais importantes relacionadas à rede de amigos e conexões do usuário; exibindo, por exemplo, as suas atualizações mais recentes, os recursos favoritos, aplicativos instalados, grupos criados, páginas vinculadas a seu perfil, listas de amigos - como, por exemplo, todos os amigos que fazem parte da família ou estudaram na mesma instituição de ensino do usuário -, eventos, assinaturas realizadas e anúncios relacionados a seu perfil. Além disso, estão sempre disponíveis as informações sobre solicitações recentes de amizades, mensagens recebidas e notificações de atividades de amigos que possam ser de interesse do usuário no menu superior das páginas do Facebook, além de banners e páginas curtidas pelos amigos.

Quanto às suas funcionalidades, uma das principais características do Facebook é a transformação de um perfil em uma Timeline (ou Linha do Tempo, em português), a qual permite que todos os usuários possam postar comentários a respeito das mensagens publicadas por todos envolvidos em sua rede de amigos, assim como curtir ou compartilhar as informações pelas quais se interessarem. Ao curtir determinado objeto dentro da rede social, o usuário valoriza o conteúdo do mesmo, tornando visível aos seus amigos que se interessou por determinada informação. Já o recurso compartilhar permite que o usuário faça uma postagem do conteúdo em questão na sua própria linha do tempo ou para amigos específicos. Nos perfis de outros usuários, em acréscimo, é possível utilizar o recurso cutucar, o qual é bastante utilizado para cumprimentar os mesmos - permitindo que eles saibam que foram cutucados quando acessarem as suas contas.

Nos dias atuais, segundo estatísticas oficiais do Facebook, a rede social conta com mais de 850 milhões de usuários ativos em todo o mundo, sendo que mais de 50% do número total de usuários acessam o site todos os dias. Em acréscimo, segundo pesquisa do IBOPE Nielsen Online, o Brasil possuía, em agosto de 2011, 30,9 milhões de usuários únicos na rede social. Por se tratar da rede social mais popular e completa do mundo, possuindo um caráter tanto pessoal quanto corporativo, o Facebook se torna um excelente cenário não somente para criar e manter relações com outros usuários; mas também para conhecer e divulgar empresas e seus produtos e/ou serviços.

As oportunidades em meio a esta rede são tantas, que figuras públicas, empresas e companhias, marcas, produtos, serviços, políticos e organizações sem fins lucrativos utilizam perfis como presença personalizável via Facebook. Atualmente, várias empresas de todos os lugares do mundo extinguiram os seus sites empresariais e passaram a utilizar somente a rede social mais popular do mundo para marcar presença na Internet e entrar em contato direto com seus clientes - um exemplo é a agência de publicidade brasileira Africa, que redireciona o acesso do seu site para a sua página no Facebook -, reunindo todas as suas informações na sua página de fãs.

terça-feira, 14 de maio de 2013

ACOMODADOS E PERTINENTES



O Brasil se intitula como um país em forte crescimento sustentável, com foco no desenvolvimento humano, com prioridade no atendimento às necessidades básicas de sobrevivência, eu já discordo de alguns fatores. 

NO FATOR ECONÔMICO: fala-se que nossa moeda é a 16ª moeda mais negociada no mundo, porém nossa inflação, que era para ser estável, continua em pleno crescimento rumo aos tetos econômicos.

NO FATOR SOCIAL: onde estão os direitos básicos de saneamento para a nossa população? Não estou questionando a saúde, mas sim, aqueles direitos básicos, como água, luz e habitação?

NO DESENVOLVIMENTO: desenvolvimento? Para bolso de poucos? Estou aqui falando do desenvolvimento sócio/cultural, onde parece que temos uma prole manipuladora de bens e serviços. A educação, foco primordial para o desenvolvimento e aprimoramento de intelecto e de formação científica, é tratada como Cézar - "pão e circo". A Cultura é outro fator que pede adendo, sendo tratada como o circo ao povo, com poucos conteúdos, ou com altos valores. Tanto a Educação, quanto a Cultura, devem ser focos primordiais de qualquer nação, somente assim desenvolver-se-á uma nação.

QUANTO A DIGNIDADE: dignidade é outro fator sombrio de nossa AMADA NAÇÃO BRASILEIRA. A sociedade civil não quer apenas suprir suas necessidades básicas (tanto de desenvolvimento quanto de infraestrutura), mas sim ter a dignidade de ser definida como UM POVO FELIZ. Não vamos nos orgulhar somente de nosso Carnaval, ou de nossas Belas Praias, talvez de nossas Belas Paisagens naturais e urbanas, mas vamos, sim, exigir um respeito maior quanto ao direito de sermos definidos como HUMANOS. Vamos exigir o direito de sermos felizes, de sermos cidadãos dessa bela NAÇÃO que amamos. Vamos exigir o direito à igualdade e a fraternidade, exigiremos também o direito igualitário de sermos agentes transformadores dessa realidade discriminatória e arrogante na qual vivemos. Não exijamos nada fora de nosso alcance, apenas um respeito pelas classes menos favorecidas de nossa nação (e não falo das abaixo da linha da pobreza, digo de nossa crescente classe média, da classe luxo e também da menos favorecida, falo da CLASSE HUMANA, que rasteja por respeito e um canto ao sol). Digo em prol do direito de amar, do direito de constituir família, do direito de respeitar e ser respeitado sobre qualquer hipótese de ação ou reação, digo o respeito pelo RESPEITO, e não pelo político, não pelo solidário, mas pelo AFETO COMUM DE DIGNIDADE SOCIAL.



O Brasil, um país que está em constante crescimento econômico, receptor e acolhedor das Olimpíadas 2016 e, também a Copa 2014, é um dos poucos países desenvolvidos ou não, que não possuem uma liberação à união estável entre pessoas de mesmo sexo. Poxa, a coisa está sendo vista nas novelas, nas ruas, em cenários e adendos ao nosso redor, espera-se mais o que? Um milagre divino frente ao PALÁCIO DOS MINISTÉRIOS? Uma conscientização da massa política? Ou apenas aguardemos um deputado "BIXA LOCA" que reivindique seus direitos e façam com que todos engulam seus ideais? 
LEIA NA ÍNTEGRA

Acho que nós, cidadãos portadores de conhecimento e discernimento científico e cultural, devemos exigir os direitos dos iguais, e também dos diferentes, devemos exigir que todos tenham o privilégio de serem iguais, de terem direitos iguais, de serem felizes.

Em um passado distante, sofreram para nossa libertação e amadurecimento social, e agora, vamos fingir que não devemos um favor à sociedade?

Sei que a cultura, quanto fator individual de ação, é mesquinha e hipócrita, porém, não devemos fechar nossos olhos a este fardo social, ou seremos coadjuvantes desta homofobia camuflada de ORGULHO HÉTERO. 

Sejamos apenas humanos, respeitando e respeitados, sendo e fazendo a igualdade social sem a distinção de raça, cor, credo ou orientação sexual. Nós temos este direito!

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Assessor de Imprensa? E agora?


Sou um Assessor de Imprensa, e agora? Há passos para eu ser um bom Assessor?

Há sim. Em diversos casos, principalmente em empresas de gestão familiar, tal cargo, não é comprometido a um profissional ligado a área de comunicação social, mas sim, a um membro de confiança da família que possui uma boa redação ou está cursando algum bacharel qualquer. O pensamento ou compreensão de qualificação é de origem suspeita, principalmente nestes setores administrativos, por medo, anseio ou até mesmo por fatores econômicos. Então como ser um bom Assessor de Imprensa em um ambiente hostil?

Em uma graduação voltada à área da comunicação social, o acadêmico é instruído a ter uma política de boa vizinhança com as concorrentes, ou empresas de mesmo setor, além, é claro de possuir uma qualificação científica sobre o assunto, recebendo instruções de como redigir um texto jornalístico mais apropriado para retratar uma matéria ou uma possível matéria.

Mas então quais são estes passos? Sou um profissional de cargo administrativo e estou na ocupação de Assessor, como devo proceder?

Googlando sobre o assunto encontrar-se-á diversos textos que auxiliam na execução desta atividade, porém, com foco no profissionalismo pode-se dize que há alguns passos a serem seguidos.


Primeiramente, você será um Assessor de Imprensa ou um Relações Públicas? A distinção destes dois profissionais deve-se estar distinto e claro para a atuação em ambas as áreas. O profissional de RP (Relações Públicas) é aquele sujeito que irá realizar contatos diretos com departamentos comerciais de veículos de comunicação, onde o foco principal é de levar ao conhecimento da sociedade a entidade como membro da economia local, pode-se dizer também que é este que assegurará o contato polido com consumidores externos à mesma e manterá ativa a política da boa vizinhança, porém, o Assessor de Imprensa, terá em caráter técnico o dever de comunicar à sociedade as atividades políticas de caráter interno, sendo ele uma notícia positiva ou negativa ao universo. Define-se crise àqueles momentos cruciais em que a empresa está vivenciando em sua vida econômica ofuscando ou minimizando as falácias negativas frente à corporação ou mantenedora.

Esta comunicação direta com os veículos de comunicação não pode ser efetuada com base na “dedução” de forma empírica, mas sim, focada em um propósito e ser desenvolvida com base no planejamento e avaliação de ideias e informações a serem vinculadas determinando prazos para a execução das ações. Com base neste planejamento fica fácil recorrer às ações específicas do trabalho.

E quais são os passos ou ações condizentes ao cargo de Assessor de Imprensa?

Pode-se pré estabelecer uma ordem de trabalho onde o princípio de tudo esta em redigir e encaminhar o Press Release aos veículos utilizados ou com vínculo corporativo ao segmento atendido. A elaboração e execução desta ação possui como foco principal a transformação de uma informação com potencial a ser tornada em uma notícial, para tanto, esta, deve ser redigida com precisão nos dados e riqueza de detalhes nas informações, pois é com base neste que o jornalista irá decidir se a ideia servirá como matéria ou não. Lembre-se sempre que o foco principal da Assessoria de Imprensa é ressaltar os interesses da empresa, porém sem foco promocional (com intuito de vender a imagem), mas sim na transparência noticiada.

Outro aspecto importante interligado diretamente à questão do Press Release é a atualização do Mailing List que servirá como base e suporte para a manipulação e articulação do mesmo frente aos meios de comunicação. É importante ressaltar que se trata e define-se Mailling List como uma lista de contatos com dados básicos ligados diretamente ao campo jornalístico, nele estará contido dados básicos para articulação de mensagem, como nome do responsável do veículo, telefones de contato, formas de pagamento da vinculação (se matéria paga ou patrocinada), bem como todas as informações cabíveis ao Departamento de Assessoria de Imprensa.

Fatores de aspecto administrativo também são de responsabilidade do Assessor de Imprensa, como a formação de Clipping. Um bom Clipping deverá ser formado por toda e qualquer vinculação da imagem corporativa frente às mídias sociais, contendo recortes de jornais, revistas, sites, rádios, televisão, enfim, todos os canais midiáticos que a Assessoria venha a utilizar. A função principal deste canal ou ação é de cunho estratégico, ou seja, é este veículo que irá demonstrar aos gestores ou articuladores gerenciais a imagem passada à sociedade, bem como a imagem demonstrada à sociedade podendo assim traçar de forma gerencial caminhos ou metas frente à comunicação social.

A articulação ou encaminhamento de possíveis matérias jornalísticas ao repórter requer devidos cuidados, principalmente no que diz respeito à visualização e compreensão do mesmo frente a informação repassada. Para tanto, quanto mais dados, artigos, números e outros subsídios que auxiliem, não apenas na visualização, mas também na compreensão do contexto, deverão ser anexados no Press Kits e encaminhados ao jornalista responsável pela matéria, pois é com base nestas informações que ele conseguirá aproximar o leitor do contexto transmitido.

Após estes processos frente à elaboração textual e envio das informações ao jornalista é hora de realizar um contato gerencial das informações transmitidas, não com foco nas persuasão ou pressão para vinculação do artigo, mas sim como foco na confirmação do recebimento de material. Outra função primordial do Follow Up é o contato real com jornalistas, repórteres e outros profissionais midiáticos quanto à confirmação de presença em eventos coletivos e outros que venham a ser diretamente ligados à estes.

As entrevistas coletivas ou individuais podem ser realizadas com o intuito de potencializar o efeito das divulgações. Como assim? Partindo do pressuposto da entidade (independente do segmento inserido) venha vincular uma matéria jornalística com foco no lançamento de um produto, esta entrevista (seja ela individual ou de forma coletiva), vem a servir como complemento à matéria já publicada, ressaltando assim a importância deste frente ao mercado, juntamente com seus impactos de consumo e melhorias, (aqui como base no produto que foi o exemplo dado acima). Desta forma, conclui-se que as entrevistas auxiliam na compreensão do contexto de uma determinada ação isolada (tendo como base de compreensão que cada ação tem um início, desenvolvimento e encerramento de processo, tornando assim em cada ação em uma ação isolada dentro do composto de comunicação).
Texto & Contexto

E quando a empresa estiver passando por uma Crise, como executar a ação frente à sociedade? A princípio deve-se estar claro que no contexto, compreende-se por crise, qualquer ação que venha a ganhar proporções fora do controle organizacional, seja ela financeiramente positiva ou negativa aos cofres institucionais. Sendo assim a Assessoria deverá estar ciente e bem instruída quanto aos processos atingidos pela empresa, pois somente assim terá subsídios para elaborar textos defensivos ou até mesmo textos jornalísticos que venham justificar,  defender ou refinar a imagem ofuscada pela mesma frente à sociedade ou universo atingido. Este processo de gerenciamento de crise é um dos tópicos ou ações que mais devem ser absorvidas pelo profissional responsável pelo gerenciamento informativo da organização, pois somente através desta compreensão global de crises poder-se-á gerir de forma ampla e precisa qualquer ação sofrida pela corporação.

Este processo comunicacional perde por completo seu foco se a Assessoria não mantiver ou focar seus esforços frente ao bom relacionamento com a mídia, (entende-se como mídia, todo e qualquer veículo de comunicação que possua foco (de ordem interna) transmitir a informação ao receptor final). Sendo assim, partindo do pressuposto que o subsídio principal para um desenvolver de imprensa é as mídias, nada mais compensador que ter um elo comunicacional positivo frente a estas; e essa sinergia acarretará em uma visualização diferenciada e uma aceitação favorável frente aos Releases repassados, todavia, ressaltando-se assim o profissional interno bem como a imagem da empresa frente ao mercado consumidor.

Ok! O papel do Assessor está esclarecido. Agora, basta lançar informações por todas as partes?

Não. A informação oriunda de um processo interno deve possuir uma padronização comportamental e até mesmo contextual. Ao se tratar de uma organização com diferentes profissionais (marketing, financeiro, gestão de recursos), ter-se um processo informativo contextualizado e comportamental é o diferencial frente à concorrência. Como? 

O papel de articulador da informação, quanto direcionado ao Assessor de Imprensa, é também o de fornecer subsídios ao clientes departamentais, oferecendo treinamentos e cursos específicos (mesmo que de forma informal) para que o agente portador da informação a ser transmitida possua o mínimo de clareza e comportamento frente às mídias, ou coletas midiáticas (entrevistas, coletivas, seminários e outras formas de discursos públicos ou de cunho publicável). Tais treinamentos além de polirem o comportamento executivo maximizando as oportunidades de sucesso empresarial do coletivo agem de forma específica no campo midiático fazendo com que todos interajam da forma mais padronizada possível.

Com base nestes itens descritos, nesta espécie de “receita comunicacional”, pode-se desenvolver um trabalho coeso, priorizando sempre a informação limpa e cristalina frente ao público receptor, não somente da matéria finalizada (lançada nos veículos de comunicação e ambientes virtuais), mas também em uma formação de imagem empresarial responsável e ciente de seu papel responsável frente ao universo inserido.



Texto apresentado como forma avaliativa na disciplina de Assessoria de Imprensa da Faculdade de Pato Branco - FADEP - sobre a coordenação da Professora Edinéia Rauta. Acadêmico responsável: Marcio Antonio Machado.


terça-feira, 9 de abril de 2013

RESPONSABILIDADE COMUNICATIVA


A comunicação organizacional, hoje, mudou, deixando de ser apenas uma ferramenta complementar ao Endomarketing e passou a ser uma atividade complexa, onde o comunicador assume uma  posição ativa frente à corporação e seus círculos sociais. Houve o tempo em que comunicar-se entre departamentos era apenas um recurso minimizador de tempo e custos, porém, hoje, vivemos em um universo cercado de mídias, processos e contextos, adaptar-se a estas novas formas comunicacionais é um fator de extrema importância – relativamente ambígua – chegando a um contexto complementar entre comunicador e contexto.

 A relação entre a mensagem e contexto está sendo enfatizado em um processo complexo onde a imagem corporativa está diretamente relacionada e posta em questão. Onde há um grupo de pessoas se comunicando em um ambiente virtual – ou não – a linguagem, (esta que é um processo interpretativo da gramática frente à dialética), passa a ser uma articuladora de mudanças no quadro psíquico colaborativo.

As relações interpessoais, dentro de um processo comunicativo interno à instituição, em sua teoria, deve possuir a construção direta de valores frente a corporação, mas também, visando uma projeção da marca em seu público externo, e isso acarreta em uma padronização de imagem corporativa, fazendo com que todos tenham o mesmo princípio e conteúdo a ser levado. Agora, em uma atualidade onde a velocidade da informação é baseada no imediatismo a mensagem a ser transmitida precede de um círculo comunicacional construtivo, onde a mensagem de início sofre ações e mutações ganhando novas linguagens, contextos e interpretações.

As redes sociais frente a este quadro corporativo é uma das ferramentas que visam – em sua teoria – o crescimento corporativo, bem como unificar o elo comunicativo entre pessoas e processos, sempre, visando a minimização burocrática do ato de comunicar-se. A alienação do colaborador frente à cotidianidade de fatos e processos faz com que o seus fatores motores e emocionais interajam em uma proposta adversa à ação proposta, galgando, cada vez mais, traços dispersos frente a ociosidade e a propagação de valores não reais ao seu papel quanto agente ativo do meio. O processo passivo da comunicação corporativa, além de trazer atritos ofuscantes frente ao quadro interno de colabores, pode também criar situações adversas e obscuras frente a corporação. Como? Com falácias imorais e ações degradantes dos valores propostos chegando a corromper ou prejudicar o crescimento corporativo, bem como convergir negativamente na rede, criando assim, processos que denigram a imagem fazendo com que a mesma venha até mesmo ao rompimento de atividade.

Contudo a interatividade “corporação & cooperado“ deve, sim, ter o mesmo ponto de partida, a alavancagem, ou fomento corporativo, tornando estes processos comunicativos em uma ferramenta positiva ao crescimento sustentável da empresa, porém a forma de gerenciar, manipular e articular a informação, ainda é de cunho individual. Corporações a partir de médio porte investem em TI (tecnologia da informação), para efetivar um gerenciamento quanto a comunicação utilizada por seus colaboradores, não somente em esferas internas, mas também em um macro ambiente. Este gerenciamento informativo tem como principal objetivo minimizar as falácias degradantes, punindo e responsabilizando os seus agentes causadores, isto, com foco instrutivo.

A comunicação, tendo como ponto de partida a dialética relativa entre empresa/empregado, visa somente à transmissão de informações, sendo em um ambiente interno à organização, ou não, saber articular e difundir esta mensagem para que seu receptor não desvirtue e a repasse com ênfase denotativa é uma questão de responsabilidade, tanto da organização (através de um gerenciamento legal da informação), quanto do emissor (assumindo seu grau de verdade sobre a temática abordada), ou seja, a responsabilização destes fatores asseguram a legitimidade da imagem organizacional em um macro ambiente virtual.


Trabalho desenvolvido para a Disciplina de Redes Sociais na Instituição de Ensino Superior FADEP, no curso de Pós-Graduação em Comunicação Estratégica e Redes Sociais, sobre a orientação do professor Rodrigo M. Weinhardt. Acadêmico: Marcio Machado

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

E AGORA? SOU CRIATIVO?


Com toda a certeza que há neste mundo, você já parou e pensou: “porque não pensei nisto antes?” ou até mesmo, àquele velho chavão literal: “como não pensei nisso antes?”. Você não conseguiu distinguir a diferença? Simples e descomplicada.

O fazer e o querer fazer são dois aspectos distintos, porém diretamente ligados ao fator psicomotor. A propulsão necessária para partir do projeto ou mentalidade de um “fazer” é concebida por agentes terciários, fatores que contemplem ou completem seu pensar, formando assim uma ideologia complexa de uma partícula simples – A IDEIA. Pensar igual entre agentes comuns é uma saída cabível através de uma rede de relacionamentos onde as afinidades se completam e tornam-se partes do montante final.


Então estar em rede faz com que a inércia torne-se em propulsão e esta em produto?

Sim. A ideia a partir de um prisma individual surge apenas como uma imagem caleidoscópica  projetando outras idéias – ou projeções passíveis ao sucesso (ou ao fracasso) – porém, quando somada a outros fatores filosofais, pode-se formar um composto criativo tornando-se assim em realidade. As redes de conhecimento são importantes ferramentas que compõe esta gama de discussões e alusões, somando valores, agregando diferenciais e compreendendo o amadurecimento de um vértice ainda não esboçado e delineado. Porém, este convívio em rede tende a manipular conhecimentos tornando seu produto em apenas um composto criativo coletivo, deixando a originalidade e compactuando com a necessidade de demanda.


E qual a diferença entre demanda e público alvo?
Simples. A diferença está na concepção “in-victro” do fazer   criativo. A necessidade de ofertar um produto/serviço inovador, com novas tecnologias e revolucionário no segmento, desperta na sociedade de consumo necessidades e sensações ainda não vividas, contribuindo assim para a formação de uma target inexistente ou seja, elaborou-se um produto inexistente para um grupo de pessoas (público alvo) desconhecidas pela organização ou prestadora. Então, contudo o público alvo passa a ser o oposto da demanda, tornando-o este, em um público já estimado que venha a sentir a necessidade deste produto ou serviço a ser lançado. Assim, a inovação na segmentação deste "know how" tende a formar uma sociedade consumista inovadora, segmentada, fidelizada e comprometida com a evolução de sua construção criativa.

Então, viver em rede é um fator positivo à criatividade?
Sim, poderia também iniciar esta resposta com o óbvio. O aprendizado é feito através de redes de relacionamento, seja ela virtual ou não, então o desenvolver criativo e o start criativo dão-se com a somatória destes impulsos complexos da cotidianidade em que vivemos. Sendo assim, muitos dos impulsos que tomamos tendem a não ser “originais”, porém, resultantes de um pensar coletivo, fazendo com que você solte àquele grunhido abafado: “como não pensei nisso antes?” ou até mesmo, para os menos providos de iniciativa: “porque não pensei nisso antes?”

Simples não é? O fator criativo está diretamente relacionado ao nosso poder de analisar, criticar, renovar e reinventar e inventando produtos e processos, tornando algo inexiste em algo essencial para nossa sobrevivência.



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

FOTOGRAFIA & ARTE

Foto: Marcio Machado
A fotografia pode ser utilizada no processo de investigação do cotidiano de nossos estudantes, a fim de que mediante as imagens obtidas da escola, da família, da vizinhança, da cidade e das coisas que os cercam, eles sejam orientados, através de uma metodologia específica, para análise e estudo desses "momentos documentados" e suas correlações históricas, sociais, geográficas, étnicas e econômicas; na educação, a simples disponibilidade do aparato tecnológico não significa facilitar o processo ensino-aprendizagem. É preciso que o professor alie os recursos tecnológicos com os seus conhecimentos e estratégias de ensino, visando alcançar um objetivo: o conhecimento real da imagem fornecida através da fotografia.


A Fotografia como Arte

Foto: Marcio Machado
A discussão sobre se a fotografia é arte ou não é longa e envolve uma diversidade de opiniões. De acordo com Barthes, muitos não a consideram arte, por ser facilmente produzida e reproduzida, mas a sua verdadeira alma está em interpretar a realidade, não apenas copiá-la. Nela há uma série de símbolos organizados pelo artista e o receptor os interpreta e os completa com mais símbolos de seu repertório.

Fazer fotografia não é apenas apertar o disparador. Tem de haver sensibilidade, registrando um momento único, singular. O fotógrafo recria o mundo externo através da realidade estética.

Em um mundo dominado pela comunicação visual, a fotografia só vem para acrescentar, pode ser ou não arte, tudo depende do contexto, do momento, dos ícones envolvidos na imagem. Cabe ao observador interpretar a imagem, acrescentar a ela seu repertório e sentimento.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

AMBIÇÃO OU CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL?

A pouco estava "zapeando" alguns videos no YouTube e, como de costume, dei uma olhada em alguns títulos sobre Redes Sociais, onde encontrei um documentário feito pela Discovery Channel sobre o tópico.

Analisando os dados apresentados, de forma reflexiva e fria, pus-me a pensar justamente sobre os aspectos administrativos destas ferramentas - será ambição de seus criadores em criarem uma plataforma competitiva com o mercado, colecionando números e adeptos, ou será um crescimento sustentável de serviços já oferecidos? Porém o fator interrogativo da oração é: nós queremos inovação sustentável ou modismo comunicativo?


Novas plataformas servem para filtrar - por determinado tempo - "usuário modistas", (aqueles que usurpam da rede seu real significado frente sua aplicabilidade), criando assim o paradoxo entre complementação e fomento intelectual, porém com o datar do tempo volta-se a ter o mesmo papel medíocre que de redes desatualizadas; e isto não é fictício! Quer um exemplo?


ORKUT: rede social obsoleta - poucos adeptos, onde a maioria migrou para o atual Facebook - criado em 2004 por Orkut Büyükkökten, engenheiro turco do Google. Em seu início de atividade ser um usuário da rede era motivo de orgulho e status, fatores que contribuíram para sua alavancagem ao topo  do mercado nacional e internacional no quesito Redes Sociais, porém em seus dias finais a rede era dominada por spans e fakes que poluíam o relacionamento e atritavam com a ideologia de compartilhamento de idéias e conhecimento. 


E agora? O que será com o atual Facebook? Surgirá uma inovação tecnológica interna como previsto pelo seu criador? Cairá no esquecimento e desuso? Será derrotada por um concorrente, ainda, fantasmagórico? Será ultrapassada por redes emergentes? Qual será o futuro da comunicação em rede? Vamos sentar, esperar e nos comunicar... Quem souber primeiro, compartilha!




segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

E O MARKETING, VAI BEM?


Houve um tempo remoto de minha existência intelectual, que, absurdamente, confirmava com àquele velho anexim que diz: “o marketing é grande demais para caber em uma sala” porém, nunca consegui entender, defendia este paradigma e filosofava em prol do uso acerbado de agências terceirizadas. Hoje, com um intelecto evoluído e com uma experiência mais refinada – ainda idolatro Kotler e bestifico-me com Drucker – porém, consigo definir meus ideais e minhas teorias que por priora é: “o marketing é fundamental demais para ficar em uma agência” e ainda justifico.



A questão é a cotidianidade de fatos e fatores. Há fortes indícios de que a percepção terceirizada compreende como alavancagem baseada em números estatísticos e gráficos cheios de ápices a partir de um portal eletrônico que pode ou não oferecer o e-comerce, porém o que valida um produto/serviço não é somente seu Counter Views,mas também seu grau de aceitação no mercado e toda uma análise contida em cima de dados financeiros – além, claro de um análise detalhada de seu ciclo vital. Então como podemos terceirizar um FATOR VITAE para a organização? Apresentação de relatórios semanais? Conferências diárias? Ou até mesmo, acompanhamento diário?

Não. A alavancagem mercadológica baseada em um composto de marketing estruturado, faz com que haja este crescimento substancial frente ao segmento, divergindo assim de dados analisados e compreendidos – muitas vezes erroneamente – pela prestadora de serviços. Então como segmentar este campo?
A instalação ou até mesmo a estruturação de um Departamento de Marketing – ou seja, lá qual for o nome dado a tal divisão – é de extrema importância e saliento algumas características básicas que asseguram um bom compreendimento de feeling.

Vamos iniciar nossa criticidade a partir de uma análise física. Como anda seu Endo? Mal? Asseguro – com a ajuda de alguns teóricos, mais velhos e experientes que eu – que o principal fator promocional de sua marca é a sua própria marca, ou seja, os que auxiliam a projeção mercadológica da mesma frente ao mercado; seu fator humano é sua arma de projeção. Não entendeu? Simples. Sua equipe de apoio – também chamado por muitos de “colaboradores” – são sua principal ferramenta de difusão de branding. Ou seja, o Endomarketing. E como trabalhar ele?

Não. Não basta termos apenas uma equipe uniformizada, alinhada e repetidora institucional, tem-se que ter em funcionamento alguns elementos “publicitários” aplicados em prol do resultado final. 
A comunicação interna é uma das secretarias – muitas vezes incumbidas ao responsável de marketing – que deverão estar em pleno fervor, com isso, identificar setores, salas, corredores, locais, metas, missão, visão, valores, informativos e todo um composto que garanta a legitimidade territorial da empresa, criando assim – aos usuários súbitos  uma fácil localização, bem como uma compreensão do layout funcional/organizacional. Além de se criar, apenas, estas ações, pode-se também usar um pouco da criatividade e trabalhar todo o composto midiático, proporcionando assim um ambiente descontraído e funcional, que gere no colaborador uma acepção maior de sua funcionabilidade  dento do contexto.

Com o endomarketing estruturado podemos começar a pensar a exercer algumas ações de marketing, como análise de aceitação de produtos frente ao mercado atendido – que é o grande fantasma das organizações. Com base na comercialização de um bem/produto baseado nos índices de consumo sobre uma target podemos definir a aceitação do mesmo frente ao consumidor final – afinal de contas, quem trabalha com o consumidor final? Nosso intermediário, então a comunicação permanente frente a questionamentos e analise dos mesmos pode nos ajudar, não é mesmo? Assim, com base nos dados coletados, seja através de planilhas ou questionamentos direcionados, chegamos a uma aceitação de produto frente ao mercado consumidor. E o que fazer com a queda de aceitação? O que fazer com os picos de crise? Como alavancar um produto frente aos concorrentes? Como diferenciá-lo? Como...? Simples. Análise. Compreensão. Corte de gastos. Diferenciação de embalagem. Inserção de mídia. Composto diferenciado. Mudança de conta. Entre tantas outras medidas breves – muitas vezes sem custos exagerados – que geram resultados interessantes e até mesmo a alavancagem frente ao nosso, tão, temido concorrente.

Aí me pergunto. Como assegurar um crescimento sustentável, terceirizando esse serviço à agências que, muitas vezes – mas muitas mesmo – chegam a confundir o MARKETING com PUBLICIDADE? Falava-se, acima, de ferramentas publicitárias, porém esta é apenas um dos serviços relacionados à promoção do produto e, quanto ao seu composto? Uma análise de praça? Um corte substancial na logística, ou remanejamento de logística? Corte nos custos de produção? A agência terceirizada irá compreender estes dados e solucioná-lo?

Não critico, tão pouco crucifico, empresas que deixam seu marketing a ver navios – afinal de contas, nada melhor que o empresário para saber em quem confiar – mas o vento pode mudar e com esta mudança surge aquele questionamento básico – suas velas estão prontas para uma mudança brusca de direção? 

Então. Concordam comigo, que o marketing é importante demais para deixá-lo fora da empresa? 


terça-feira, 30 de outubro de 2012

A INTERATIVIDADE DA MÍDIA NA MÍDIA


Durante os estudos da pós-graduação, muito falou-se e fala-se em interação midiática, bem como gerenciamento midiático e isto aos ouvidos de estranhos, passa-se por despercebido, chegando a ser considerado um “curso para viciados” (já ouvi essa definição), ou uma especialização para “nerd” (também já ouvi esta), porém o que mais me deixa extasiado, dia após dia é a aplicabilidade dos conteúdos no meio empresarial de forma ativa frente a alavancagem mercadológica.

Neste final de semana realizamos algumas práticas de mídia, usando as formas diversas de comunicação, transmitindo mensagem e conteúdo e, sobre tudo, gerando interação. Assim, realizou-se a aplicabilidade de assuntos que, (por mim), jamais teria aplicabilidade alguma – pensamento de qualquer acadêmico – mas a semiótica, por exemplo, foi uma das matérias que mais vieram em minha mente deixando-me o seguinte paradigma: quanto eu poderia ter absorvido se o pensamento aristocrático da soberba não subisse em minha cabeça quando acadêmico? Resultado: estudando a aplicabilidade da mídia frente a alavancagem promocional de produtos/serviços, e relendo alguns artigos distribuídos por professores e alguns colecionados por mim, achei este relato, que achei interessantíssimo compartilhar, ele trata da INTERATIVIDADE EM MÍDIAS CONVENCIONAIS –  (um estudo de caso do campeão de interação – MAC DONALD´S) - leia, valerá a pena!

Mc Donald’s faz campanha interativa Pick and play
Na Suécia, os responsáveis pelo marketing do Mc Donald’s fizeram uma campanha com outdoor muito interessante. Queriam que os clientes fossem até um dos restaurantes por um motivo a mais, ou um motivo que fosse mais do que legal! O conceito era simples – na qual o cliente podia controlar um outdoor interativo e participar de um jogo. Ao completar o desafio em 30 segundos, ganhava cupons para trocar por sanduíches ou outras guloseimas.

Quem quisesse “brincar” não precisava baixar um aplicativo específico (o que normalmente é uma barreira para alguns participantes), bastava entrar no site e o celular reconhecia sua geolocalização.

Essa campanha de marketing além de expor a marca, interagiu com os usuários e fez com que fossem até um Mc Donald’s. Um ótimo exemplo de campanhas que combinam mobile + online + offline.



E assim, embalsamados pela interatividade mergulhamos na disciplina, a princípio foi a criação de uma paródia, onde conseguíssemos chamar a atenção do expectador, atraí-lo para a interação e torná-lo parte criativa. Meu grupo desenvolveu um trabalho fantástico, criando uma linha real life onde o receptor possa criar ou opinar sobre o desfecho da história. Nosso projeto ficou intitulado como Eduardo & Mônica e possui como base de estudos o convívio em “rede” e a interação entre duas pessoas; mas também mostra um pouco deste universo livre, onde cada perfil não corresponde exatamente com a imagem de seu proprietário – fake´s – levando, assim, uma das partes a se frustrarem – ou não – com a descoberta de seu “novo” sorriso amigo, (mas enfim, isto é tema para outro post). E com este polêmico tema, “CONVÍVIO EM REDE” desenvolveu-se uma história, porém, o final dela é você quem decide. Sua opinião pode ser dada na Fan Page do projeto, que serão analisados os melhores “pitacos” e criado um desfecho para toda esta trama que está movimentando a sociedade acadêmica!

E este é o verdadeiro objetivo da INTERATIVIDADE, seja ela através de mídias convencionais ou  não, é atrair, fidelizar e maximizar a cartela de cliente de uma marca, produto ou serviço.

Assim  a interação, pode alavancar seu posicionamento mercadológico de uma forma surpreendente, criativa e inovadora, fazendo com que haja uma busca contínua de conteúdos abstrativos que intensifiquem o psique do cliente em prol da fidelização.